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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carnaval, um teste para a liberdade e a fidelidade do cristão

A alegria é uma necessidade básica do ser humano. Impossível viver para a tristeza. Os folguedos e festejos populares exibem, na convivência social, o caráter lúdico e folgazão próprios do ser humano. Povos, raças e culturas das mais remotas origens encontraram pretextos para divertir-se e festar. Se o Brasil é o país do carnaval, esse não é privilégio brasileiro.
Discute-se a origem. Em Roma havia festejos parecidos, em honra das divindades pagãs. Eram orgias com libertinagem desenfreada. Lá por volta de 590 d.C. a Igreja tentou pôr um freio moral. Daí teria surgido a palavra "carnaval", do latim "carne vale", ou seja: "adeus carne!". Era o início da Quaresma, e a carne era tirada do cardápio por 40 dias.
No Brasil, "país tropical, onde fevereiro tem carnaval", a mídia e outras empresas roubaram a festa do povão. Mudaram-na para espetáculo turístico, onde se explora o erotismo, o apelo sexual e a licenciosidade desvairada.
Não há crise econômica ou social que impeça o reinado de Momo. Enquanto ele durar, tudo é lícito. E hora de fantasiar, pular, desfilar, desinibir-se e tudo o mais que alguém quiser imaginar como felicidade fugaz. Entra-se de corpo e alma no torvelinho das ilusões e dos instintos. Mas a porta de saída está logo ali, na quarta-feira de cinzas.
Aí todos voltam à vida real. Muitos voltam amargando penosas desilusões e arrependimentos. Rasgou-se a fantasia. A máscara foi jogada fora. Diga-se o que se disser do afã carnavalesco: arte popular, cultura e talento brasileiro, libertação das repressões: é hora de contabilizar prejuízos, perdas e frustrações.
O que pensar então? Excessos e abusos no carnaval, antes de serem transgressões morais, são atentados ao valor humano em si e nos outros. O comportamento moral cristão não obedece em primeiro lugar leis, costumes, padrões sociais de conduta. Segue antes a consciência, marcada pela liberdade e fidelidade que brotam da fé em Cristo.
Fé e consciência limpa são inseparáveis, também no carnaval! Tudo o que não procede da fé é pecado, ensina São Paulo (Rm 14,23). A fé é a luz que ilumina a consciência e a confirma nas convicções morais. É infantil perguntar: "é pecado pular carnaval?".
Quem se guia pela consciência do que é bom, digno e justo, possui um "faro moral". Sabe se posicionar, escolher e decidir: onde, como e com quem pular (ou não!) carnaval. Sem pular também a linha da moralidade sadia. Ou seja, no sufoco da folia salvará o bom senso natural. Ao invés de perder o senso moral irá defendê-lo das ilusões permissivas.
Não passa, pois, de preconceito — às vezes de má fé —, achar que a religião é contrária à alegria e leva à tristeza. O Evangelho é notícia alegre e feliz! Dele nos vêm as festas religiosas, as celebrações e solenidades festivas, as comemorações de datas e fatos históricos.
A alegria cristã é autêntica, simples e espontânea. Mobiliza os serviços de caridade e fortalece o ser humano em suas angústias e sofrimentos. Inspira todas as artes e os costumes sadios e nobres.
Nada disso se encontra nas diversões barulhentas, superficiais, cheias de dissipações e desregramentos morais. A alegria carnavalesca é em geral uma cortina de fumaça que esconde o vazio do espírito, o desencanto consigo mesmo, as frustrações da vida!
Apesar da folia contagiante nas ruas, quadras e salões, o fim do carnaval é triste. Não porque é o fim. Porque é alto o índice de acidentes com perdas materiais, feridos e mortos.
É bom refletir em tempo!
Autor: Pe. Antônio Clayton Sant´anna, C.SS.R.
Fonte: Revista de Aparecida
Fonte - http://www.catequisar.com.br/texto/materia/fe/67.htm

Horário de missas na paróquia


É Deus quem nos mostra os verdadeiros amigos

Amigo é aquele que está conosco na hora em que mais precisamos dele
Se queres adquirir um amigo, adquire-o na provação; e não te apresses em confiar nele. Porque há amigo de ocasião, que não persevera no dia da aflição. (Eclo 6,7)
Gostaria de meditar com você a primeira leitura do livro de Eclesiástico, porque amigo é uma coisa muito importante para a nossa vida. E todos nós temos amigos.
Há amigos que causam alegria ao nosso coração, mas há outros que causaram e vão causar decepção ao nosso coração. Digo a você, no entanto, que o problema não são os amigos, o problema é a nossa forma de nos relacionarmos com as pessoas.
A Palavra de Deus está nos dizendo, hoje, que, se quisermos ter um amigo, não o poderemos adquirir de uma hora para outra, pois isso é um erro, um engano, uma ilusão. “Conheci essa pessoa hoje e ela se tornou minha melhor amiga!”. Não é verdade! Ela se tornou uma pessoa amigável, mas não podemos já considerar uma pessoa que nos fez um bem hoje, a melhor amiga da nossa vida. De forma nenhuma!
Só sabemos quem é amigo de verdade na hora da provação. Quando fazemos uma festa, um banquete, vemos a quantidade de amigos que querem estar conosco, e os que ficam aborrecidos se não foram convidados, lembrados, e assim por diante.
Adquirimos amigos na hora da provação, da aflição. É isso que está nos dizendo a Palavra de Deus, pois é nessa hora que se prova realmente a amizade. Amigo é aquele que está conosco na hora em que mais precisamos dele. Por isso, não queria ter um milhão de amigos, é um erro, um engano, uma ilusão, e acaba que não vai ter nenhum amigo.
Tenha poucos amigos, mas que estes sejam bons para você. Jesus tinha uma multidão junto dele, tinha discípulos, apóstolos, mas não tinha muitos amigos, esses eram poucos; até entre os 12, três eram mais íntimos d’Ele: Pedro, Tiago e João. Das multidões, era Seu amigo Lázaro, Marta e Maria, porque eram íntimos ao Seu coração.
“Não se apresse para adquirir um amigo”, é o que nos diz, hoje, a Palavra de Deus. Procura ter uma relação amigável com todos, mas amigo mesmo, eu lhe digo, Deus vai lhe mostrar, e você o reconhecerá na hora da provação, da aflição, da dificuldade, do sofrimento.
Louve a Deus se você já adquiriu um amigo. E se você tem esses poucos amigos, reze por eles, peça a bênção de Deus sobre eles.
Mantenha com os outros relações amigáveis, não precisa cobrar muito deles. Se de alguém você esperava muito, mas ele não lhe correspondeu, volto a dizer que a culpa não é dela, mas nossa, pois depositamos confiança demais e não permitimos que o tempo e a graça de Deus nos mostre quem são os nossos verdadeiros amigos.
Deus abençoe você.
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
https://www.facebook.com/rogeraraujo.cn

Evangelho de hoje, sexta-feira, 24/02/2016


Evangelho do dia - Mc 10,1-12
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. 2Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.
3Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?” 4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. 5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. 6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!”
10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. 11Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.
— Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Hoje é o dia dele!!! Parabéns Monsenhor Pedro


Monsenhor Pedro, uma pessoa diferente, uma vida que nos inspira, que nos encoraja a fé, que nos traz  a esperança, que nos leva a olhar para o futuro distante e pressentir glórias inefáveis.
Nós reconhecemos, o quanto a nossa vida depende da sua vida. O vaso precioso que és nas mãos do Senhor, a conduzir-nos pelo caminho da verdade.
Por isso, em data tão significativa, com o respeito e a admiração que sempre mereceu, trazemos-lhe, de todo o coração, esta palavra sincera, um abraço amigo e o nosso “Muito Obrigado”!
Parabéns, e que a Santíssima Trindade o cubra de bênçãos.
São os votos de todos os que fazem a paróquia Divino Espírito Santo.
Pascom - PDES

Próxima semana teremos a nossa primeira Via Sacra de 2017


Próxima quarta-feira teremos a Missa de Cinzas