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domingo, 28 de agosto de 2016

Até breve padre Márcio. Que o bom Deus e Maria Santíssima o acompanhe


Uma breve despedida do nosso querido e jamais esquecido Padre Márcio Manuel Machado Nunes .
Vai nos deixar um pouco para enriquecer seus conhecimentos.
Padre, sabemos que não irás nos esquecer.
E creia!
Estará sempre em nossas orações para que possa manter-se forte e perseverante em seus objetivos.
DEUS te acompanhe por onde quer que vá.
Deixará muitas saudades.
Estaremos sempre aqui de braços abertos esperando pelo seu retorno.
Receba o abraço forte cheio de carinho e muito respeito de todos os que fazem a comunidade da paróquia Divino Espírito Santo.
Pascom - PDES

Homilia dominical


Homilia do 22º Domingo Comum (28.08.16)
Padre Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R
“A força da simplicidade”
 Alimentar o que é bom (oração)
            A oração da Missa dá um estímulo a viver a palavra deste 17º domingo: “Derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convosco, para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos destes”. A mensagem desse domingo ensina a viver um dos ensinamentos fundamentais de Jesus. Tudo o que é humildade e simplicidade. O que Jesus ensina é um retrato de seu modo de viver. Não se trata de diminuir-se ou rebaixar-se, mas ser humano, normal, sem necessitar do orgulho e da vaidade para se impor. Como somos completos, realizados e coerentes, não temos necessidade de disputar lugares e querer parecer importantes. O último lugar é tão bom quanto o primeiro desde que estejamos bem.
A mentalidade que nos domina é de tirar vantagens em tudo e sair na frente ganhando sempre mais. Assim pensam as pessoas. Ninguém disputa o primeiro lugar em servir, ser útil e cooperar. Jesus mostra outro caminho que rende muito mais: Em primeiro lugar dá uma aula de civilidade e boa educação. Não é de bom tom querer aparecer e desfilar como mais importante. Para quem está bem com a Palavra, está bem consigo mesmo. Então, qualquer lugar é bom. O livro do Eclesiástico ensina que, quanto mais poderoso se é, mais humilde se deve sê-lo (Eclo 3,20). Vemos a luta pelo poder. O importante é que Deus veja a gente. E Deus vê o que é humilde e a ele revela seus mistérios (Eclo 3,22). O orgulho é uma doença tão ruim que não tem remédio. Diz o Eclesiástico: “Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado esta enraizada nele, e ele não compreende” (Eclo 3.30). A simplicidade é maior.
Convida os pobres e aleijados
            Jesus continua ensinando que perdemos muito em viver na vaidade. Referindo-se ao banquete oferecido diz que sempre traz consigo a obrigação em retribuir com presentes do mesmo valor. E diz em relação às festas: “Quando deres um banquete, não convides teus amigos, nem teus irmãos... nem teus amigos ricos. Estes vão te convidar e assim já serás pago. Quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados e os cegos. Então tu serás feliz por que eles não podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos” (Lc 14,12-14).
Deus é quem paga a conta do pobre. Essa modalidade de vida na vaidade não leva a nada e empobrece o coração. A recompensa que a oferta feita aos pobres nos traz, será dada na ressurreição. Esta é a festa que dura para sempre onde o Pai é quem paga. E retribui com abundância. O banquete que o Pai nos prepara em recompensa ao que fizemos a seus queridos, dura para a eternidade. A Igreja também está envenenada pelo orgulho, vaidade, prepotência e luta por melhores lugares e cargos. É preciso conversão.           
Tocados pela fé
            Viver os ensinamentos de Jesus não é só uma opção de vida, mas o resultado da fé que nos tocou. A carta aos Hebreus compara esse momento ao encontro de Deus com o povo no Monte Sinai. Lá era palpável. Agora são as realidades espirituais e as coisas do Céu que nos tocam. Desse modo somos convocados à transformação de nossa vida. Passamos a viver as exigências da conversão ao novo modo de vida a partir do Evangelho.
Vamos entender esses sentimentos de humildade e simplicidade quando percebermos que estamos em contato com o Deus que nos tratou com tanto carinho. A ressurreição final está longe, mas está presente em nosso cotidiano quando somos capazes de transformar nosso orgulho em humildade e nossa vaidade em serviço fraterno.
Leituras:Eclesiástico 3,19-21.30-31;Salmo 67; Hebreus 12,18-19.22-24ª; Lucas 14,1.7-14
Ficha nº 1574 - Homilia do 22º Domingo Comum (28.08.16)
  1. Jesus usa o banquete do qual participa, para ensinar pontos fundamentais de sua doutrina: a humildade e a simplicidade. O orgulho e a prepotência não ajudam o ser humano.

  1. Em lugar de convidar amigos ricos que podem retribuir, ensina a dar banquetes aos pobres que não podem retribuir. Deus é quem retribuirá na ressurreição.

  1. Esse modo de pensar e agir não é só um sentimento humanitário, mas vem do fato de se ter tocado as realidades espirituais, não somente os fenômenos exteriores.
              De graça rende mais
             A mentalidade que nos domina é tirar vantagens em tudo e sair na frente ganhando sempre mais. É a cabeça do mundo. Jesus mostra outro caminho que rende muito mais: Em primeiro lugar dá uma aula de civilidade e boa educação. É de bom tom querer aparecer e desfilar como mais importante. Para quem está bem consigo mesmo qualquer lugar é bom.
            O livro do Eclesiástico ensina que quanto mais poderoso a gente é, mas humilde deve ser. Vemos a luta pelo poder. O importante é que Deus veja a gente. E Deus vê o que é humilde e a ele revela seus mistérios (Eclo 3,22).
            O orgulho é uma doença tão ruim que não tem remédio. Diz o Eclesiástico: “Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado esta enraizada nele, e ele não compreende” (Eclo 3.30).
            Em seu ensinamento Jesus continua refletindo sobre o risco desses favores que recebemos e devemos retribuir. Vejamos ainda na questão das festas: “Quando deres um banquete não convides teus amigos, nem teus irmãos... nem teus amigos ricos. Estes vão te convidar e assim já fica pago. Quando deres uma festa convida os pobres, os aleijados, os cegos. Então tu serás feliz por que eles não podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos” (Lc 14,12-14). Deus é quem paga a conta do pobre. E paga com juros.
            Quanto temos que mudar em nossa vaidade e orgulho.
            Vamos entender esses sentimentos quando percebermos que estamos em contato com o Deus que nos tratou com tanto carinho.
Fonte - http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/liturgia-diaria

Evangelho de hoje, domingo, 28/08/2016


Evangelho do dia - Lc 14,1.7-14
O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola:
8“Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: ‘Dá o lugar a ele’. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar.
10Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”.
12E disse também a quem o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

sábado, 27 de agosto de 2016

Participe desta Santa Missa e venha dar um abraço no Pe Márcio Manuel.


História da Padroeira N. Sra dos Prazeres


No início do século XIX, o povoado de Maceió já estava formado, exatamente com esse nome, pois antes era Engenho Massayó (terra alagadiça, na linguagem indígena) fundado pelo capitão Apolinário Fernandes Padilha: a atual Praça Dom Pedro II. O engenho ficava onde hoje é a Assembleia Legislativa, a casa grande, ao lado, onde é atualmente a Biblioteca Pública e a capela em louvor a São Gonçalo do Amarante, no meio do morro do Jacutinga, atrás da atual Catedral. Foram surgindo novos moradores e ocupando o espaço que o senhor de engenho destinou como patrimônio da Igreja.
Num dia de intenso sol, ele estava próximo à igrejinha, olhando sua roça quando avista um navio afundando na Enseada de Jaraguá. Ajoelha-se e reza pedindo a proteção de Nossa Senhora dos Prazeres, para que o naufrágio não se consolidasse. E foi atendido. Mandou buscar uma imagem de sua protetora em Portugal e a partir daí passou a ser a padroeira de Maceió. Seu sonho se transformou em realidade várias décadas depois que a capela foi substituída por uma bela matriz construída logo abaixo do morro e que recentemente completou 150 anos de existência, não mais com a imagem que o capitão devotava, mas uma em tamanho natural, bela e venerada por todos os católicos no alto do altar-mor de nossa Catedral, doada pelo Barão de Atalaia.
Fonte - http://www.arquidiocesedemaceio.org.br/arquidiocese/padroeira

Quatro Missas e Procissão Solene marcarão o dia da Padroeira


Procissão sairá da Catedral às 16h
Neste dia 27 de agosto, a cidade de Maceió e toda a Arquidiocese celebram o dia de sua Padroeira, Nossa Senhora dos Prazeres, cuja festa teve início no último dia 17, com o hasteamento da bandeira defronte à Catedral, porém no dia 15 aconteceu a recolocação da imagem da Padroeira no Altar-mor.
Após esses dias de preparação, com a Catedral repleta de fiéis, o dia da Padroeira será marcado por diversas Missas e pela tradicional procissão. Às 6h, aconteceu a primeira Missa, presidida pelo arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz, com a animação de um coral composto por moradores de rua e pessoas assistidas pelas obras de caridade da Arquidiocese. Em seguida, foi oferecido um café da manhã para eles.
Logo mais, às 10h, será a Missa Solene, com a participação de todo o Clero, presidida também por dom Antônio Muniz, com homilia de dom Dulcênio Fontes, bispo de Palmeira dos Índios. Já às 14h30, antes da procissão, haverá outra Missa e às 16h a grande procissão com a imagem da Padroeira, saindo da Catedral em direção ao Santuário da Divina Misericórdia de Maceió, antigo Papódromo, onde será celebrada a última Missa, assim que a procissão chegar.
“Assim que a procissão de Nossa Senhora dos Prazeres sair da Catedral, às 16h, de igual modo sairá uma procissão de Marechal Deodoro e da Casa do Pobre, no Vergel, com as imagens de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima, respectivamente, preparando-nos para os dois grandes jubileus que acontecerão em 2017, os 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora, em Aparecida, e os 100 anos da aparição dela em Fátima”, comenta o padre Luiz Antônio Guimarães, coordenador da Pastoral da Comunicação, que acrescenta que as três procissões se encontrarão nas imediações da Braskem e juntas seguirão para o antigo Papódromo.
Percurso da Procissão que sairá da Catedral às 16h
A procissão da Padroeira terá o seguinte trajeto: descendo a Rua do Imperador, segue pela Rua Dr. Pontes de Miranda até a Praça Palmares; indo pela Rua Barão de Anadia e Avenida da Paz, Avenida Assis Chateaubriand, segue pela Avenida Senador Rui Palmeira até o Santuário da Divina Misericórdia, no Dique Estrada.
Campanha “Vestir os Nus”
Desde há alguns meses e, principalmente, ao longo da Festa da Padroeira, a Arquidiocese de Maceió viveu a campanha “Vestir os Nus”, por ser esta uma das obras de misericórdia corporais lançadas pelo Papa Francisco para este que é o Ano Santo da Misericórdia. Com isso, foram arrecadas toneladas de roupas que serão distribuídas aos pobres da Cidade, na Praça da Catedral, das 8h às 18h deste domingo (28).
Missas e animação com louvor acontecerão enquanto as roupas serão distribuídas. Dom Antônio presidirá a Missa das 8h, descerrando a bandeira da Festa de Nossa Senhora dos Prazeres e dando início a distribuição das roupas. Outras Missas acontecerão às 10h, ao meio-dia, às 15h e às 18h.
 A Arquidiocese de Maceió agradece o empenho de seus fiéis, de diversas instituições da sociedade alagoana e até outras igrejas que abraçaram esta campanha de arrecadar roupas para os empobrecidos da grande Maceió.
Fonte - http://www.arquidiocesedemaceio.org.br/noticias/arquidiocese/2876/quatro-missas-e-procissao-solene-marcarao-o-dia-da-padroeira

Evangelho de hoje, sábado, 27/08/2016


Evangelho do dia - Mt 25,14-30
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14“Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco.
17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
21O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’
24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!’”
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.