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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Hoje na paróquia


Evangelho de hoje, terça-feira, 11/12/2018


Evangelho do dia - Mt 18,12-14
Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu?
13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Painel de avisos atualizado


Prezados paroquianos,
Quem passar em frente à nossa paróquia, vai perceber que nosso painel de avisos foi atualizado com as informações de horário de missas e algumas atuações pastoras, serviços e movimentos.
Recebemos algumas indagações sobre a ausência de informações de outras pastorais, serviços e movimentos e informamos que, infelizmente não temos espaço para informar tudo o que existe na paróquia, por isso resolvemos colocar apenas o que acontece de forma constante e inalterada durante toda a semana em nossa igreja.
Sabemos que existem outras atividades, porém não são de forma constante e mudam sempre de horário, local e dia, portanto, contamos com a compreensão de todos e colocamos nossas redes sociais à disposição para publicação de informações que sejam necessárias. Basta nos encaminhar.
Pascom - PDES

Jesus tem o poder de nos libertar dos nossos pecados

O Filho do Homem tem na Terra o poder de perdoar os pecados
“Pois, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar pecados — disse ao paralítico — eu te digo: levanta-te, pega o leito e vai para casa” (Lucas 5,24).
A graça que vemos hoje é desse paralítico que é levado até Jesus. Jesus, cura esse paralítico pela fé dele e daqueles homens que sobem pelo telhado para fazerem com que ele fique com Jesus, para que seja curado e para que se levante.
Veja, o que Jesus faz em primeiro lugar é perdoar os pecados desse homem, porque algumas pessoas acham que Deus nos cura de uma forma mágica quando, na verdade, Ele nos levanta daquilo que nos prostra, daquilo que nos paralisa e nos mantêm presos, escravos ou cativos a esse mundo.
Nada mais nos escraviza e nos paralisa na vida do que os nossos próprios pecados. Aliás, a grande paralisia da vida humana é a pessoa não ter mais capacidade para reconhecer os próprios pecados, chega num estado de acomodação, de conformidade com o que é errado que a pessoa nem toma consciência do que é pecado. Talvez ela até possa ter a consciência de que está pecando, mas não consegue sair ou já se entregou de tal forma que a sua vida espiritual paralisou.
Não crescemos na relação com Deus, não crescemos na santidade, se não nos libertarmos da escravidão do pecado. Não somos capazes por nós mesmos de nos libertarmos do pecado porque não temos o poder de perdoar os nossos pecados, o que temos é a condição de nos arrependermos deles; temos a condição de reconhecê-los, mas o Filho do Homem tem na Terra o poder de perdoar os pecados.
Precisamos entender que perdoar os pecados não é aquela simples situação de duas pessoas se desentenderem: “Perdoe-me”, e o outro nos perdoa. É muito mais do que isso, porque o pecado traz suas consequências, ele deixa marcas em nós e nos outros. O pecado destrói a nossa relação, a nossa proximidade e intimidade com Deus. O pecado nos rebaixa, nos humilha e não podemos negar que nos paralisa.
Deus nos quer de pé, por isso Ele quer perdoar os nossos pecados, mas precisamos nos arrepender deles.
Neste tempo de graça, onde muitos estão se preparando para as festas, estão arrumando a casa, organizando isso e aquilo, não deixe de fazer o essencial. É essencial para esse tempo de graça um bom, um verdadeiro, um autêntico exame de consciência onde vamos rever nossas posições, nossas posturas, atitudes, o que fazemos, falamos e pensamos, vamos reconhecer onde falhamos de verdade e suplicar com todo ardor do nosso coração a misericórdia e o perdão de Deus.
Deus quer tirar a nossa vida da paralisia, Ele faz isso quando nos libertamos de nós, dos nossos pecados e deixamos a sua graça nos renovar.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook

Hoje na paróquia


Evangelho de hoje, segunda-feira, 10/12/2018


Evangelho do dia - Lc 5,17-26
17Um dia Jesus estava ensinando. À sua volta estavam sentados fariseus e doutores da Lei, vindos de todas as aldeias da Galileia, da Judéia e de Jerusalém. E a virtude do Senhor o levava a curar.
18Uns homens traziam um paralítico num leito e procuravam fazê-lo entrar para apresentá-lo. 19Mas, não achando por onde introduzi-lo, devido à multidão, subiram ao telhado e por entre as telhas o desceram com o leito no meio da assembleia diante de Jesus. 20Vendo-lhes a fé, ele disse: “Homem, teus pecados estão perdoados”. 21Os escribas e fariseus começaram a murmurar, dizendo: “Quem é este que assim blasfema?” 22Conhecendo-lhes os pensamentos, Jesus respondeu, dizendo: “Por que murmurais em vossos corações? 23O que é mais fácil dizer: ‘teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘levanta-te e anda’? 24Pois, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar pecados — disse ao paralítico — eu te digo: levanta-te, pega o leito e vai para casa”. 25Imediatamente, diante deles, ele se levantou, tomou o leito e foi para casa, louvando a Deus. 26Todos ficaram fora de si, glorificavam a Deus e cheios de temor diziam: “Hoje vimos coisas maravilhosas!” 
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Homilia Dominical


“O Senhor fez Maravilhas”

Preparai os caminhos do Senhor
           O evangelista Lucas, ao narrar um fato importante, localiza-o na história. Com isso deixa claro que as ações de Deus acontecem em um tempo determinado. Tudo em nossa vida está unido ao tempo de Deus. É a história de Deus na história dos homens. E usa a linguagem dos profetas, como é o caso de João que foi ao deserto para o encontro com Deus. Não foi para ser profeta. Em seus caminhos de fidelidade encontrou a fidelidade prometida por Deus (Sl 145). Por isso lhe foi possível identificar a missão que lhe confiava. Quando nos damos a Ele, também identificamos nossa missão e razão de ser. Os tempos de Deus incidem sobre nossas vidas que estão sempre abertas esperando sua vinda. Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). Jesus é o caminho. Tanto caminho de Deus para nós quanto o caminho que parte de nós para Deus. Por isso, a chamada de João é muito atual. Deus continua vindo ao seu povo. A oração da missa nos ensina a pedir: “Que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro de vosso Filho”. Por isso vem a ordem de Deus: “Preparai os caminhos do Senhor, endireitai suas veredas... E todas as pessoas verão a salvação de Deus” (Lc 3,4.6). Vemos claramente no salmo 125 a alegria dos que retornavam do exílio. Parecia um sonho. A busca de Deus que João fez no deserto lhe ensinou a preparar os caminhos para a vinda de Cristo. Não se refere somente ao Natal, ou à sua vinda no fim dos tempos, mas a contínua vinda de Deus oferecendo-nos a salvação. Quando culminamos o caminho de Deus com a nossa busca, ele se plenifica em nós.
As maravilhas se repetem
O caminho aplainado, os montes abaixados e os caminhos tortuosos endireitados, texto tirado do profeta Baruc (Br 5,1-9), preparam a volta do povo do exilado. Esse grandioso feito de Deus pelo povo continua a grandeza da libertação do Egito. Agora não mais num deserto mortífero, mas na beleza da restauração. Tudo é obra do amor de Deus: “Deus guiará Israel, com alegria, à luz de sua glória, manifestando a misericórdia e a justiça que Dele procedem” (Br 5,9). A vinda de João Batista convoca à conversão com atitudes. O mal que praticamos se compara ao exílio. O caminho de volta que aumenta a alegria é a conversão. Na perspectiva de fim dos tempos e também da vinda do Senhor no Natal, exige conversão. Sem isso tudo se torna uma fantasia. Perder o sentido Divino da vinda de Cristo, tanto no Natal como no fim dos tempos, é continuar um exílio, mesmo tendo o que nos agrada provisoriamente. Assim os judeus diziam que eram melhores as panelas de cebola do Egito que a liberdade (Nm 11,5). A conversão leva à riquezas e a dons maiores. Como cristãos, não podemos nos fixar somente numa piedade intimista. Temos a missão de preparar o mundo para a vinda do Senhor.
Ministério da ternura
           Paulo une a evangelização aos sentimentos de ternura, de saudade e de amor compartilhado. Evangelizamos a pessoa inteira, mas evangelizamos como pessoa completa. O ministério da ternura é o veículo mais forte para a evangelização. Lemos: “Moisés era um homem muito paciente e o mais humilde dos homens de sua época” (Nm 12,3). Jesus disse: “Eu sou manso e humilde de coração” (Mt 11,29). A própria palavra graça de Deus está ligada ao gesto de Deus que se abaixa para abraçar e reerguer. Quanta agressividade e grosseria nós encontramos nas comunidades e, em nome de Deus! O próprio João tem a humildade de dizer: “Que Ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30). Isso vale para nós.
Leituras: Baruc 5,1-9; Salmo 125; Filipenses 1,4-6.8-11; Lucas 3,1-6.
Ficha nº 1812 - Homilia do 2º Domingo do Advento (09.12.18)

     1. Deus continua vindo a seu povo como sempre veio.
     2. Preparamos os caminhos do Senhor através de um processo de conversão integral.
     3. A ternura faz parte da evangelização e da preparação para a vinda do Senhor.

Trator do Pai
          
Quando lemos os textos sobre João Batista, temos a impressão de um tipo espiritualmente violento que era duro e corajoso em sua penitência e em sua pregação. João não era profeta até o momento que Deus o chamou. Era homem justo que procurava os caminhos de Deus. Nesse caminho encontrou o chamado de Deus para a conversão do povo e a preparação da vinda do Senhor. Sua pregação era forte. Era um trator espiritual que limpava, endireitava, construía.
          
           A conversão exige que saiamos de nosso mundo e encontremos o rico e exuberante Reino de Deus. E Paulo ainda vai mais longe cheio da ternura e da bondade.
Fonte - https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco