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sábado, 7 de dezembro de 2019

Evangelho de hoje, domingo,08/12/2019

Evangelho: Lucas 1,26-38

Aleluia, aleluia, aleluia.
Maria, alegra-te, ó cheia de graça, / o Senhor é contigo! (Lc 1,28) – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 26no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi, e o nome da virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29Maria ficou perturbada com essas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso se eu não conheço homem algum?” 35O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37porque para Deus nada é impossível”. 38Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se. – Palavra da salvação.
Reflexão:

Em contraste com o Antigo Testamento, quando as anunciações são dirigidas aos homens, aqui, Deus, por meio do anjo, se dirige a uma jovem moça, que se tornará mãe pela ação do Espírito. Deus realiza seu projeto, anunciado desde os profetas, com a colaboração, o sim de Maria. Ela é cheia de graça, porque o Senhor está com ela. Deus, por amor à humanidade, deu a plenitude da graça a ela. Diante da proposta do anjo, ela fica em dúvida, mas o mensageiro lhe esclarece e ela topa o desafio. O menino que vai nascer é o resultado da ação de Deus com o sim da jovem. Para Lucas, Maria é modelo do discipulado de Jesus, isto é, daquelas pessoas que, sempre atentas aos planos divinos, se dispõem a construir a nova sociedade. Nela encontramos duas atitudes fundamentais de quem deseja colaborar com o projeto de Jesus: fé e serviço. Ela é a crente por excelência, modelo de nossa fé. Essa página do evangelho nos ensina que Deus não escolhe os poderosos deste mundo, mas pessoas simples, da periferia, que estão sintonizadas com o seu projeto salvífico e dispostas a gestar o Filho na sociedade.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte - https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-8-domingo-14

Evangelho de hoje, sábado, 07/12/2019

Evangelho: Mateus 9,35-10,1.6-8

Aleluia, aleluia, aleluia.
É o Senhor nosso juiz e nosso rei. / O Senhor legislador nos salvará (Is 33,22). – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 35Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” 10,1E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. Enviou-os com as seguintes recomendações: 6“Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7Em vosso caminho, anunciai: ‘O reino dos céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!” – Palavra da salvação.
Reflexão:

Jesus é um líder que não se isola do povo nem está alheio às suas necessidades. Ao contrário, solidário com suas misérias e sofrimentos, anuncia-lhes que o Reino do Céu está ao alcance de todos. E completa o anúncio curando toda espécie de enfermidade. Jesus sabe e vê que as pessoas estão desorientadas, afastadas de Deus, como ovelhas sem pastor. Reconhece que é imenso o trabalho de liderança e de solidariedade com essa gente sofrida. Por isso, não guarda para si a missão de evangelizar e curar, mas quer compartilhar esta ânsia pastoral com seus discípulos. E lhes recomenda fazer preces para que Deus aumente o número dos operários do Reino, já que “a colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos”.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte - https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-7-sabado-13

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

A fé abre os nossos olhos


Então, Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: ‘Faça-se conforme a vossa fé’. E os olhos deles se abriram” (Mateus 9,29-30).
No Evangelho de hoje, dois cegos estão gritando a Jesus: “Filho de Davi, tem piedade de nós, da nossa cegueira porque não enxergamos”. Diante dos clamores e da insistência dos dois cegos, é Jesus que se volta a eles e pergunta: “Vocês acreditam e têm fé de que eu posso realizar tal coisa?”. E responderam com toda a intensidade da alma e do coração: “Senhor, nós cremos e acreditamos”, e Jesus disse: “Que se realize aquilo que a vossa fé acredita”.
A fé abriu os olhos daqueles dois homens; é isso que a fé realiza em nós. A fé abre os nossos olhos para que possamos enxergar a Jesus. Muitas vezes, vivemos no mundo e enxergamos tudo: problemas, dificuldades, crises, defeitos dos outros, mas não vemos a Jesus; vemos os problemas, mas não vemos as luzes, não enxergamos a graça. E aqueles cegos sem ver fisicamente, eles “viram” que Jesus podia curá-los, com os olhos da alma, olhos da fé, eles enxergavam o que nós, com nossos dois olhos, muitas vezes, não enxergamos.
Não enxergamos a graça de Deus, por isso, a fé produz esta grande cura: abrir os nossos olhos para enxergarmos a Jesus. A fé precisa sempre, em primeiro lugar, abrir os nossos olhos.
Infelizmente, estamos com os nossos olhos fechados ou ofuscados pelas buscas dos prazeres, dos bens materiais, dos nossos interesses egoístas e individualistas e, quando enxergamos a Deus, O enxergamos para que Ele nos sirva, para que sacie os nossos interesses e desejos egoístas.
Muitas vezes, as pessoas me perguntam: “Padre, por que Deus não me escuta?”. Deus escuta aquele que O enxerga e não aquele que só enxerga a si mesmo, Deus escuta aqueles que O buscam para encontrá-Lo e não para satisfazerem os seus interesses e necessidades pessoais.
A fé produz esta grande cura: abrir os nossos olhos para enxergarmos a Jesus
Para esses dois cegos do Evangelho, bastava que Jesus abrisse os seus olhos para que pudessem enxergar mais além, para que pudessem ir mais a fundo, porque, no meio daquela multidão, muitos não viam a Jesus.
Estamos no meio de muitas multidões, a multidão que vai para lá e para cá no trânsito da vida; as multidões que estão nas redes virtuais; as multidões que andam pelos caminhos e pelas estradas as quais passamos.
Não podemos ser mais um no meio da multidão, precisamos, no meio dessa multidão, enxergar a luz, enxergar a Jesus e a graça. Por isso, a minha súplica hoje é: “Senhor, que eu veja. Senhor, tem piedade de mim porque eu sou cego; só vejo o meu umbigo e as minhas necessidades; e não enxergo nem o irmão que está ao meu lado nem vejo a dor e o sofrimento do outro. Não vejo a luz, a direção, a seta que o Senhor, tantas vezes, coloca nas estradas da minha vida”.
Senhor, eu sou cego, tem piedade de mim, que a fé abra os meus olhos, para que possa Te enxergar.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook

Evangelho de hoje, sexta-feira, 06/12/2019

Evangelho: Mateus 9,27-31

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eis que virá o nosso Deus com poder e majestade, / e ele há de iluminar os olhos dos seus servos! – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 27partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” 28Quando Jesus entrou em casa, os cegos se aproximaram dele. Então, Jesus perguntou-lhes: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?” Eles responderam: “Sim, Senhor”. 29Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: “Faça-se conforme a vossa fé”. 30E os olhos deles se abriram. Jesus os advertiu severamente: “Tomai cuidado para que ninguém fique sabendo”. 31Mas eles saíram e espalharam sua fama por toda aquela região. – Palavra da salvação.
Reflexão:

Pelo órgão da visão, os dois cegos não enxergam Jesus, mas pelos olhos da fé já o reconhecem, ao implorar: “Tem piedade de nós, filho de Davi!”. Os cegos, os aleijados, os doentes, em geral, parecem ter certa facilidade para ver a obra de Deus e acolher o seu enviado, Jesus Cristo. A fé dos dois cegos e seu pedido por compaixão alcançam de Jesus a cura dos olhos e desperta no coração deles um anseio irreprimível de contar o fato por toda a região. Tornam-se, desse modo, anunciadores das maravilhas realizadas pelo Messias no meio do povo. Peçamos a Cristo, o médico divino, que abra nossos olhos e nos faça colaboradores seus: para aliviar o sofrimento alheio e proporcionar alegria aos mais pobres.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte - https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-6-sexta-feira-13

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

A verdadeira religião nos converte todos os dias


Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mateus 7,21).
Graças a Deus, a nossa fé nos leva a invocarmos o Senhor, a clamarmos e orarmos pelo nome d’Ele. Graças a Deus, a fé faz de nós pessoas orantes; e se não faz ou não fez ainda, precisamos deixar que a fé nos acorde para sermos pessoas de oração, pessoas que clamem pelo nome do Senhor.
É preciso dizer que, muitas vezes, a nossa religião faz muito barulho e pouca ação, porque é infrutífera. Mais do que isso, é estéril a oração que não produz ação; é estéril a oração que levanta os braços para o Céu, que clama a Deus, fala coisas bonitas e até chora na presença do Senhor, mas não produz transformação. Não basta clamarmos pelo nome de Jesus, não basta sairmos falando d’Ele nas redes sociais nem nas praças públicas. Precisamos fazer a vontade do Pai, mas, nem sempre, a vontade d’Ele é a nossa vontade.
Somos cheios de vontades! Muitas vezes, manipulamos Deus para que Ele faça a nossa vontade. É isso que o orgulho produz em nós, é isso que o egoísmo e o individualismo fazem na espiritualidade vazia, inócua, quando usamos da religião em proveito próprio e manipulamos a religião para os nossos interesses.
Religião é submissão e oblação. A religião de Jesus não é aquela que fala, mas é aquela que dobra o coração. A religião de Jesus não é aquela que fala de amor, mas produz amor; a religião de Jesus não é aquela que fala de perdão, mas ela vive o perdão buscado com toda a intensidade da alma e do coração.
A religião é aquela que nos converte todos os dias, é aquela que provoca a reconciliação dos homens
Há muitas pessoas falando de Deus aqui e acolá, em todo lugar, mas precisamos nos rever nesse tempo de graça que tem pouca gente vivendo, de fato, Deus. Olhemos como estão os nossos ambientes familiares, nossas comunidades, a nossa igreja, a nossa vivência de uns para com os outros.
Nós nos elevamos muito e nos rebaixamos pouco. Falamos muito e ouvimos pouco, mandamos muito e obedecemos pouco, sobretudo, a Deus. A religião é aquela que nos converte todos os dias, é aquela que provoca a reconciliação dos homens entre si, e não aquela que provoca discórdias, divisões, guerras e conflitos.
O mundo está escandalizado de ver como as pessoas brigam por causa de religião e como a religião as leva até a brigarem por causa de Jesus, quando, na verdade, a religião deve nos converter a Ele nos levar a amá-Lo e respeitá-Lo na pessoa do próximo, do irmão e daqueles que estão ao nosso redor.
Que possamos viver a religião da ação, e não simplesmente da falação.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook

Evangelho de hoje, quinta-feira, 05/12/2019


Evangelho: Mateus 7,21.24-27

Aleluia, aleluia, aleluia.
Buscai o Senhor, vosso Deus, / invocai-o, enquanto está perto! (Is 55,6) – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!” – Palavra da salvação.
Reflexão:

Não faltam, em nossa sociedade, os eloquentes discursos e as promessas que impressionam. Na comunidade cristã, é possível encontrar alguém que, com sua capacidade de orar e comunicar-se, ou pelos conhecimentos sobre bíblia ou religião, arranque lágrimas do auditório. Por vezes, não passam de palavras vazias, infecundas. Esta é a atitude do homem sem juízo. O que conta é transformar as boas intenções em atitudes concretas que venham beneficiar a própria pessoa e a comunidade: amar, servir, partilhar, ser fiel, viver como Jesus viveu. Esta é a escolha do homem prudente, que edifica sua casa sobre a rocha, isto é, vive segundo a vontade de Deus. Nenhuma tempestade será capaz de derrubar a sua construção.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte - https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-5-quinta-feira-13

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Sejamos presença de Jesus para a fome do mundo


Não quero mandá-los embora com fome, para que não desmaiem pelo caminho” (Mateus 15,32).
As multidões escutavam a Jesus. Ele falava e ensinava as multidões. Jesus curava todos os que se aproximavam d’Ele. Eram tantos coxos, aleijados, mudos e com tantas outras doenças e enfermidades.
Todos nós com nossas doenças e enfermidades precisamos nos aproximar de Jesus, precisamos levar para o colo de Jesus, para a companhia d’Ele todos os nossos doentes, enfermos, o que sofremos na alma, no espírito, na mente, nas emoções, porque Jesus é a nossa salvação.
Permita-me dizer que essa multidão embora O escutasse, fosse curada e saciada no Espírito, padeciam pela fome; ela estava com Jesus há três dias e não tinham nada para comer. Veja que sensibilidade tem o nosso Senhor e Salvador: “Não posso mandá-los embora com fome”.
Não podemos deixar que ninguém saia de perto de nós com fome, não podemos permitir que ninguém ao nosso lado padeça pela fome. Não podemos permitir que a fome, que ainda é um drama da sociedade em que estamos, possa estar acontecendo. Precisamos fazer a nossa parte, precisamos saciar os famintos, precisamos cuidar dos doentes e dos famintos da sociedade, precisamos ser presença de Jesus para a fome do mundo.
Que as luzes do Natal não ofusquem o nosso olhar para deixarmos de enxergar a fome do mundo
O mundo tem fome de Deus, mas o mundo tem fome de pão. O Pai nos convida, também, a rezar que o “pão é nosso” e a repartirmos o nosso pão de cada dia, assim como Ele fez, multiplicando os pães e o peixes para aqueles que O ouviam, para que ninguém padecesse à fome.
Nesse tempo de tanto luxo nas lojas, no comércio e em tantas coisas, sei que cada um de nós está correndo atrás da própria vida, mas deixamos nos ludibriar pelas luzes do Natal. Que essas luzes não ofusquem o nosso olhar para deixarmos de enxergar a fome do mundo, as necessidades dos mais pobres e famintos, as calamidades que acontecem em nossas ruas, cidades, esquinas e nos vilarejos por onde andarmos.
Muitos passam fome, muitos não têm o que comer, não têm o que vestir, muitos padecem à miséria. Jesus não só tinha os olhos para ver as dores, as enfermidades e a fome da humanidade, como Ele também quer abrir os nossos olhos para que enxerguemos.
Não basta dar uma esmolinha, é preciso cuidar e voltar-se, enxergar com muita clareza todos os que estão famintos ao nosso lado.
Sejamos o pão de Deus, o pão da Palavra, sejamos o pão que sacia a fome daqueles que padecem por ela.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook