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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Por que se confessar?


A Penitência é um sacramento que nos auxilia na caminhada nesta estrada difícil rumo ao céu.
Jesus veio ao nosso mundo para tirar o pecado; como disse São João Batista, “Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29).
O Filho de Deus não veio a este mundo para outra finalidade, senão esta. E para isso pregou o Evangelho da Salvação, instalou o Reino de Deus entre nós, instituiu a Igreja para levar a cabo esta missão de arrancar o pecado da humanidade, e morreu na Cruz, para com sua morte e ressurreição nos justificar diante da Justiça divina.
Com o preço infinito de Sua Vida, Ele pagou o nosso resgate, reparou a ofensa infinita que nossos pecados fazem contra a infinita Majestade de Deus. E deixou com a Sua Igreja a incumbência de levar o perdão a todos os que crerem no Seu Nome. É por meio da Confissão (= Penitência, Reconciliação) que a Igreja cumpre a vontade de Jesus de levar o perdão e a paz aos filhos de Deus.
Infelizmente muitos católicos ainda não se deram conta da importância capital da Confissão, que só na Igreja Católica existe. Quando se derem conta da sua importância, os sacerdotes não terão sossego…

Há mais de 50 anos me confesso, e o faço pelo menos uma vez por mês, porque acredito nas palavras de Jesus e da Igreja: “a quem perdoardes os pecados, os pecados serão perdoados”.
Nunca tive dificuldades para me confessar. É claro que contar as suas quedas a um homem como você, é constrangedor e até um pouco humilhante. Mas é uma “sagrada humilhação”; que nos faz bem. São Francisco de Sales dizia que “a humilhação nos torna humildes”.
Na pessoa do sacerdote da Igreja, legitimamente ordenado, está o próprio Jesus, que age nele “in persona Christi”, para lavar a sua alma com o Seu Sangue; e o sacerdote está terminantemente proibido de contar, a quem quer que seja, o que ouviu na Confissão. É o sigilo da Confissão. Ele pode ser excomungado da Igreja se revelar o pecado de um fiel.
Além disso, é bom confessar-me com um homem, pecador como eu, mais ou menos, porque assim ele me entende. O difícil seria me confessar com um Anjo, que não tem pecados. Gostaria de dizer aqui que nestes anos todos de minha vida, de Confissão frequente, nunca me senti maltratado, humilhado ou menosprezado em uma Confissão; ao contrário, sempre senti-me acolhido nos braços do Confessor, como se fosse os próprios braços de Cristo a me levar de volta para a casa do Pai.
O Confessor é o como aquele bom pastor que resgata a ovelha do abismo do mundo, a coloca nos ombros e a leva para o aprisco seguro. É uma grande graça que o Bom Pastor deixou para as suas ovelhas.
Somente a Igreja Católica recebeu e guardou esta riqueza para você, e espera que você não a despreze, pois afinal custou a vida de Nosso Senhor.
O Sacramento da Penitência, chamado também de Confissão, é portanto, o meio ordinário que Jesus deixou para a nossa santificação.

Impressiona-me, profundamente, observar que o primeiro ato do Senhor, após a Ressurreição, no mesmo dia desta, foi instituir o Sacramento da Penitência.
É muito importante notar que esse foi o “primeiro ato” de Jesus após a Ressurreição: delegou aos Apóstolos o poder divino de perdoar os pecados: “a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados…” Não resta a menor dúvida!
Juntamente com a Eucaristia, a Penitência é um sacramento da caminhada nesta estrada difícil rumo ao céu. O Senhor sabe da nossa miséria e fraqueza, então providenciou o remédio salutar. Se meditássemos profundamente neste grande mistério, e conhecêssemos toda a miséria da nossa alma, faríamos como alguns santos que queriam se confessar diariamente…
Prof. Felipe Aquino
Fonte - https://cleofas.com.br/por-que-se-confessar/

O Evangelho nos ensina o caminho da reconciliação com o nosso irmão

Qual dor maior um filho pode dar aos seus pais, do que aquela em que odeia o seu próprio irmão?
“(…) Caim atirou-se sobre o seu irmão Abel e matou-o. E o Senhor perguntou a Caim: ‘Onde está o teu irmão Abel?’. Ele respondeu: ‘Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?’” (Gênesis 4,8-9).
O relato da Primeira Leitura da Missa de hoje é de um triste acontecimento, o primeiro fratricídio. É a Bíblia narrando a história de um irmão que matou o seu próprio irmão.
Caim e Abel representam toda a humanidade, todos os corações humanos, pois, somos irmãos uns dos outros. Mas, na convivência e na relação humana, os diversos sentimentos tomam conta do coração do homem e da mulher.
Sentimentos mais nobres como o amor, a gratidão, o reconhecimento, a bondade, mas também, os sentimentos mais negativos. Esses nascem, sobretudo, da inveja, do ciúme e, desses, nascem o rancor, o ressentimento, a mágoa. E, quando esses sentimentos se misturam, transformam-se em ódio. E um coração recheado pelo ódio é capaz de fazer as coisas mais horríveis possíveis.
Não é nenhuma novidade, nos tempos de hoje, irmãos que matam irmãos. Mas, quando não há a morte propriamente dita, existem as grandes e pequenas inimizades, as rixas, as brigas, as diferenças de irmão com irmão.
Irmãos que não se aceitam, que falam mal um do outro; irmãos que nem se falam mais e não se vêem mais; irmãos que não sentam na mesma mesma. Qual dor maior um filho pode dar aos seus pais, do que aquela em que odeia o seu próprio irmão?
São diferenças, rixas, situações mal resolvidas e, sobretudo, o orgulho. Porque, o orgulho é o grande veneno da alma humana. É o orgulho que dá origem a todos os sentimentos negativos que se apoderam de nós. As pessoas não se reconciliam por causa do orgulho; as feridas não são curadas por causa do orgulho; os entendimentos não acontecem por causa do orgulho.
Quanto maior for o grau do orgulho no nosso coração, mais ferido ele se encontra e, mais ainda, queremos ferir o coração do outro.  Ou nós somos curados pela humildade do Nosso Senhor Jesus Cristo ou continuaremos nos ferindo, nos atacando, nos agredindo; nos colocando uns contra os outros.
Sejam irmãos da mesma casa ou que convivem em uma comunidade paroquial ou de vivência; seja na sociedade ou no trabalho, o que mais acontece são pessoas falando umas das outras. É irmão matando irmão e isso fere o coração do nosso Deus.
Que o Evangelho nos ensine o caminho da reconciliação, da humildade, do perdão e da misericórdia. E, dessa forma, poderemos superar todo o orgulho, soberba, inveja e ressentimentos que guardamos em nós, para construirmos, enfim, a fraternidade que tanto sonhamos.
Deus abençoe você!  
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook

Evangelho de hoje, segunda-feira, 18/02/2019


Evangelho do dia - Mc 8,11-13
Naquele tempo, 11os fariseus vieram e começaram a discutir com Jesus. E, para pô-lo à prova, pediam-lhe um sinal do céu. 12Mas Jesus deu um suspiro profundo e disse: “Por que esta gente pede um sinal? Em verdade vos digo, a esta gente não será dado nenhum sinal”. 13E, deixando-os, Jesus entrou de novo na barca e se dirigiu para a outra margem. 
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Evangelho de hoje, domingo, 17/02/2019


Evangelho do dia - Lc 6,17.20-26
Naquele tempo, 17Jesus desceu da montanha com os discípulos e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia.
20E, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus!
21Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados!
Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque havereis de rir!
22Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem! 23Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas.
24Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! 25Ai de vós, que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós, que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! 26Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Evangelho de hoje, sábado, 16/02/2019


Evangelho do dia - Mc 8,1-10
1Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2“Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem nada para comer. 3Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe”.
4Os discípulos disseram: “Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?” 5Jesus perguntou-lhes: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete”.
6Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíram ao povo.
7Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.