No livro bíblico de Daniel, lemos que, quando Nabucodonosor invadiu Jerusalém, levou o rei Joaquim, com muitos vasos
de ouro do Templo e muita gente, para a Babilônia. Chegando na sua
terra, Nabucodonosor ordenou que alguns jovens da estirpe real ou de
família nobre fossem bem cuidados, para que servissem no palácio do rei.
Entre os jovens escolhidos estava Daniel, que se mostrou um autêntico
seguidor de sua fé e não quis seguir os costumes pagãos, mesmo diante de
ofertas de presentes e honrarias.
Por outro lado, toda a Bíblia está constantemente advertindo contra a falsidade e a inutilidade dos ídolos pagãos. Os Salmos, por exemplo, são um exemplo magnífico sobre essa pregação bíblica.
Os tempos se passaram e hoje, pelo menos nós ocidentais não fazemos mais imagens e estátuas de metal ou madeira para adorarmos como deuses. Porém, outros tipos de ídolos foram criados e se tornaram verdadeiros deuses para nossa sociedade moderna.
Alguns desses verdadeiros ídolos estão dentro de nós, enquanto outros estão no modus vivendi da nossa sociedade contemporânea. São muitos os ídolos que nascem e vivem dentro de nós como o ódio, a ganância, o orgulho, a ira, a vaidade, a falsidade e a violência.
Na sociedade moderna despontam como ídolos monstruosos o sexo desenfreado, as honrarias, o prestígio, a riqueza, os cargos importantes, as dignidades, as drogas.
Mais do que nunca é atual o grito da Bíblia e o exemplo de Daniel para não sermos idólatras. Porque adoramos nossos ídolos modernos, tornamo-nos alvos dos castigos divinos e nos afundamos nas misérias da vida contemporânea. Com efeito, temos, hoje, uma sociedade decaída e gente que vive na desgraça, na depressão e, embora pareça viver, já está morta.
Daniel não se deixou levar pela riqueza e honrarias reais e foi feliz e sábio. Os justos da Bíblia, dos quais muitos preferiram a morte a viver como pagãos, foram abençoados por Deus. Os que, no nosso mundo, preferem adorar os ídolos internos e externos da sociedade moderna estão, pelo contrário, ficando doentes, decepcionados e malditos.
Chegou a hora de ouvirmos as palavras da Sagrada Escritura, para despertarmos do sono da ilusão, da mentira e da falsidade para gozarmos da verdadeira felicidade.
Por outro lado, toda a Bíblia está constantemente advertindo contra a falsidade e a inutilidade dos ídolos pagãos. Os Salmos, por exemplo, são um exemplo magnífico sobre essa pregação bíblica.
Os tempos se passaram e hoje, pelo menos nós ocidentais não fazemos mais imagens e estátuas de metal ou madeira para adorarmos como deuses. Porém, outros tipos de ídolos foram criados e se tornaram verdadeiros deuses para nossa sociedade moderna.
Alguns desses verdadeiros ídolos estão dentro de nós, enquanto outros estão no modus vivendi da nossa sociedade contemporânea. São muitos os ídolos que nascem e vivem dentro de nós como o ódio, a ganância, o orgulho, a ira, a vaidade, a falsidade e a violência.
Na sociedade moderna despontam como ídolos monstruosos o sexo desenfreado, as honrarias, o prestígio, a riqueza, os cargos importantes, as dignidades, as drogas.
Mais do que nunca é atual o grito da Bíblia e o exemplo de Daniel para não sermos idólatras. Porque adoramos nossos ídolos modernos, tornamo-nos alvos dos castigos divinos e nos afundamos nas misérias da vida contemporânea. Com efeito, temos, hoje, uma sociedade decaída e gente que vive na desgraça, na depressão e, embora pareça viver, já está morta.
Daniel não se deixou levar pela riqueza e honrarias reais e foi feliz e sábio. Os justos da Bíblia, dos quais muitos preferiram a morte a viver como pagãos, foram abençoados por Deus. Os que, no nosso mundo, preferem adorar os ídolos internos e externos da sociedade moderna estão, pelo contrário, ficando doentes, decepcionados e malditos.
Chegou a hora de ouvirmos as palavras da Sagrada Escritura, para despertarmos do sono da ilusão, da mentira e da falsidade para gozarmos da verdadeira felicidade.
Mons. Pedro Teixeira Cavalcante é Doutor em Teologia
Fonte - gazetaweb.com

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