Uma presença, quando é sincera e verdadeira, é sinal de amizade e de
amor. Isto acontece tanto em Deus como entre as criaturas humanas. Em
Deus, o maior exemplo é a Trindade Santíssima, na qual três Pessoas
formam um só Deus. Essa presença divina de três Pessoas é unificadora
pelo amor infinito que tem.
Entre as criaturas humanas, a presença real, pura, sincera, autêntica, pode levar também à unidade pela amizade e até mesmo pelo amor. Os verdadeiros amigos e amantes estão sempre presentes nas horas alegres, nos momentos de vitórias, nas circunstâncias adversas da vida, como doença, depressão, abandono, tristeza. A prova prática disso se pode constatar quando alguém recebe uma notícia dolorosa sobre uma pessoa, que ele conhece mas não tem por ela muito amor ou grande amizade. A reação é dizer "coitado", vou rezar por ele” ou, no máximo, “assim que puder, vou fazer uma visitinha”. Mas quando a notícia é sobre uma pessoa muito amiga ou amada, logo dizemos: “onde ela está? Vou agora vê-la!”
A presença não é necessariamente física. Ela pode ser espiritual, isto é, pelo pensamento, pela oração. Os doentes, os velhinhos, os abandonados sentem muita alegria, conforto e revigoramento com uma presença que demonstra amizade e amor. Ao contrário, eles sentem muita tristeza, dor e aumento de seus sofrimentos pela ausência, desprezo e abandono das pessoas que eles amam e que lhes devem atenção. Jesus, consciente dessa realidade, antes de partir desse mundo, no momento em que ia começar sua caminhada para o Calvário, instituiu o sacramento da Eucaristia, sinal da sua contínua e amorosa presença entre os humanos, que lhe são muitas vezes tão indiferentes é ingratos. Noite e dia e todos os dias, Ele está no sacrário para ajudar, consolar e animar a todos, até os que o ofendem pelo pecado.
Entre as criaturas humanas, a presença real, pura, sincera, autêntica, pode levar também à unidade pela amizade e até mesmo pelo amor. Os verdadeiros amigos e amantes estão sempre presentes nas horas alegres, nos momentos de vitórias, nas circunstâncias adversas da vida, como doença, depressão, abandono, tristeza. A prova prática disso se pode constatar quando alguém recebe uma notícia dolorosa sobre uma pessoa, que ele conhece mas não tem por ela muito amor ou grande amizade. A reação é dizer "coitado", vou rezar por ele” ou, no máximo, “assim que puder, vou fazer uma visitinha”. Mas quando a notícia é sobre uma pessoa muito amiga ou amada, logo dizemos: “onde ela está? Vou agora vê-la!”
A presença não é necessariamente física. Ela pode ser espiritual, isto é, pelo pensamento, pela oração. Os doentes, os velhinhos, os abandonados sentem muita alegria, conforto e revigoramento com uma presença que demonstra amizade e amor. Ao contrário, eles sentem muita tristeza, dor e aumento de seus sofrimentos pela ausência, desprezo e abandono das pessoas que eles amam e que lhes devem atenção. Jesus, consciente dessa realidade, antes de partir desse mundo, no momento em que ia começar sua caminhada para o Calvário, instituiu o sacramento da Eucaristia, sinal da sua contínua e amorosa presença entre os humanos, que lhe são muitas vezes tão indiferentes é ingratos. Noite e dia e todos os dias, Ele está no sacrário para ajudar, consolar e animar a todos, até os que o ofendem pelo pecado.
Mons. Pedro Teixeira Cavalcante é Doutor em Teologia
Fonte - gazetaweb.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.