A juventude é o tempo das decisões na vida. É o tempo em que o jovem,
saindo da formação inicial da sua infância, começa a construção do seu
mundo, a estruturar sua vida, que no futuro receberá a marca definitiva.
Portanto, a juventude é também tempo de indecisões, de dúvidas, de incertezas, de buscas, de lutas.
Portanto, a juventude é também tempo de indecisões, de dúvidas, de incertezas, de buscas, de lutas.
Por tudo isso, o jovem deve estar alerta, atento, acordado para sua
vida, para a sociedade em que vive, para o mundo que o rodeia. Quem
dorme não vê as maravilhas do mundo, não percebe a beleza das criaturas e
também não descobre a maldade e a malícia que existem neste mesmo
mundo.
Infelizmente muitos jovens nascem, vivem e morrem sem perceber o que são, o que têm, o que podem. Passam pela vida e não vivem, vegetam. Contentam-se com aquilo de bom ou aparentemente bom e belo o mundo lhes oferece. São míopes, dorminhocos, incapazes de abrir os olhos e enxergar, olhar e ver bem aquilo que tocam e sentem.
Mais importante ainda é despertar para as coisas do alto, para o mundo espiritual, pois, além muito além dos nossos horizontes terrestres, existem muitas coisas belas e maravilhosas, que formam a dimensão sobrenatural.
São Paulo, citando Isaías e Jeremias, escreveu na primeira Carta aos Coríntios: “coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam” 1Co 2, 9).
Não podemos viver sempre dentro dos horizontes terrestres, porque além do que é terreno existe um mundo de venturas, de paz, de alegria, de felicidade completa e sem fim. Quem não desperta para isso vive como porco, sempre com a cabeça abaixada, fuçando na lama.
Ora, nós nascemos para as alturas, como as águias, sem tirar os olhos da terra, voemos alto, bem alto.
Corações para o alto, digo padre na santa Missa e Jesus convidou seus apóstolos para conduzirem seus barcos para alto.
Desperta tu, que és jovem, aproveita a vida terrena na sua grandeza e beleza, mas aproveita sobretudo a vida espiritual e sobrenatural e, assim, serás feliz, muito feliz e viverás, profunda e seriamente, tua vida.
Infelizmente muitos jovens nascem, vivem e morrem sem perceber o que são, o que têm, o que podem. Passam pela vida e não vivem, vegetam. Contentam-se com aquilo de bom ou aparentemente bom e belo o mundo lhes oferece. São míopes, dorminhocos, incapazes de abrir os olhos e enxergar, olhar e ver bem aquilo que tocam e sentem.
Mais importante ainda é despertar para as coisas do alto, para o mundo espiritual, pois, além muito além dos nossos horizontes terrestres, existem muitas coisas belas e maravilhosas, que formam a dimensão sobrenatural.
São Paulo, citando Isaías e Jeremias, escreveu na primeira Carta aos Coríntios: “coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam” 1Co 2, 9).
Não podemos viver sempre dentro dos horizontes terrestres, porque além do que é terreno existe um mundo de venturas, de paz, de alegria, de felicidade completa e sem fim. Quem não desperta para isso vive como porco, sempre com a cabeça abaixada, fuçando na lama.
Ora, nós nascemos para as alturas, como as águias, sem tirar os olhos da terra, voemos alto, bem alto.
Corações para o alto, digo padre na santa Missa e Jesus convidou seus apóstolos para conduzirem seus barcos para alto.
Desperta tu, que és jovem, aproveita a vida terrena na sua grandeza e beleza, mas aproveita sobretudo a vida espiritual e sobrenatural e, assim, serás feliz, muito feliz e viverás, profunda e seriamente, tua vida.
Mons. Pedro Teixeira Cavalcante é Doutor em Teologia
Fonte - gazetaweb.com
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