E pelo Espírito Santo, tornamo-nos filhos do Pai eterno e, por isso,
nós, os batizados, podemos e devemos rezar como Jesus ensinou: “Pai
nosso que estais nos céus”
Um fato de algo ser semelhante a outra coisa, não significa que tenha a sua natureza, mas simplesmente que pode ser uma imagem da outra. Todavia, ser semelhante, ser até a imagem de outro, não significa que tenha a mesma natureza. uma coisa coisa é ser semelhante e até ser imagem, outra coisa é ser da mesma natureza.
Certos macacos têm muita semelhança conosco, os humanos, mas nem por isso têm a nossa natureza. A macaca nunca produzirá naturalmente um ser humano.
Deus, diz a Bíblia, criou o ser humano a sua imagem e semelhança, porque de fato o ser humano é, por si só, uma imagem de Deus, isto é, tem inteligência, tem memória, tem, poder, tem sabedoria, tem, em suma, muitos dons e dotes, que o tornam semelhante a Deus e sua imagem para nós.
Todavia, ao nascer, embora a criatura humana seja imagem de Deus, e por isso, o homem “é a Glória de de Deus”, nem por isso o ser humano tem, de logo, a natureza de Deus, pela qual ele se torna seu filho. Uma coisa, pois, é ser semelhante e imagem, outra coisa é ter a natureza do outro. O filho de um ser humano é ser humano, não é cachorro nem gato, pois ele participa da natureza humana.
Desta maneira se entende o batismo nos tornar filhos de Deus. É que, pelo batismo, o Espírito Santo entra em nós e, como Ele é a natureza divina, esta mesma natureza nos é comunicada. Então, pelo batismo recebemos a natureza divina e, além se sermos imagem e semelhança de Deus, passamos a ser filhos de Deus, porque recebemos, pelo Espírito Santo, a natureza divina.
Não somos filhos como o Verbo, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, mas por causa dele, pelo Espírito Santo, tornamo-nos filhos do Pai eterno e, por isso, nós, os batizados, podemos e devemos rezar como Jesus ensinou, dizendo: “Pai nosso, que estais nos céus...”
Eis porque o batismo é importante, urgente e necessário e não confundamos, jamais, semelhança, imagem e natureza.
Um fato de algo ser semelhante a outra coisa, não significa que tenha a sua natureza, mas simplesmente que pode ser uma imagem da outra. Todavia, ser semelhante, ser até a imagem de outro, não significa que tenha a mesma natureza. uma coisa coisa é ser semelhante e até ser imagem, outra coisa é ser da mesma natureza.
Certos macacos têm muita semelhança conosco, os humanos, mas nem por isso têm a nossa natureza. A macaca nunca produzirá naturalmente um ser humano.
Deus, diz a Bíblia, criou o ser humano a sua imagem e semelhança, porque de fato o ser humano é, por si só, uma imagem de Deus, isto é, tem inteligência, tem memória, tem, poder, tem sabedoria, tem, em suma, muitos dons e dotes, que o tornam semelhante a Deus e sua imagem para nós.
Todavia, ao nascer, embora a criatura humana seja imagem de Deus, e por isso, o homem “é a Glória de de Deus”, nem por isso o ser humano tem, de logo, a natureza de Deus, pela qual ele se torna seu filho. Uma coisa, pois, é ser semelhante e imagem, outra coisa é ter a natureza do outro. O filho de um ser humano é ser humano, não é cachorro nem gato, pois ele participa da natureza humana.
Desta maneira se entende o batismo nos tornar filhos de Deus. É que, pelo batismo, o Espírito Santo entra em nós e, como Ele é a natureza divina, esta mesma natureza nos é comunicada. Então, pelo batismo recebemos a natureza divina e, além se sermos imagem e semelhança de Deus, passamos a ser filhos de Deus, porque recebemos, pelo Espírito Santo, a natureza divina.
Não somos filhos como o Verbo, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, mas por causa dele, pelo Espírito Santo, tornamo-nos filhos do Pai eterno e, por isso, nós, os batizados, podemos e devemos rezar como Jesus ensinou, dizendo: “Pai nosso, que estais nos céus...”
Eis porque o batismo é importante, urgente e necessário e não confundamos, jamais, semelhança, imagem e natureza.
Monsenhor Pedro TeixeiraDoutor em Teologia
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.