Com efeito, terminada a Missa, fui convidado para fazer, diante da imagem da Virgem, a consagração a Nossa Senhora Aparecida. Comovido, quase chorando, fui ao lugar marcado e cumpri, com entusiasmo e muito emocionado, a minha missão. Vi nela um carinho especial de Maria para comigo, que a amo muito e que jamais pensara merecer aquela honra.
A confiança e o sentir-se pequeno e indigno tocam profundamente o coração da Mãe celeste, que nunca se cansa de cuidar dos seus filhos e que se apressa a ajudar a todos que a invocam com muita confiança. É verdade que não é Maria quem faz o milagre, mas é verdade que ela é a mãe de Jesus, que é Deus e por ser filho dela lhe obedece, mesmo que não seja ainda a hora, como aconteceu em Caná da Galileia.
Confiança, pois, na nossa Mãe do céu, porque ela nunca deixará de nos atender e ajudar. Mas, ao lado dessa confiança, demonstremos sempre nosso amor filial para com ela, mesmo que seja com pequenos gestos, como a recitação do terço e o carinho de colocar uma flor aos pés de sua imagem.
Maria, no céu, vê tudo e está sempre atenta às necessidades de seus filhos, que a ela recorrem e gostam de louvá-la, pois foi o próprio Jesus que no-la deu, como mãe, na hora de sua morte.
MONS. PEDRO TEIXEIRA CAVALCANTEDoutor em Teologia

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