Centenário da Arquidiocese de Maceió

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

FESTA DA INAUGURAÇÃO DO CARMELO

A Inauguração do Carmelo Santa Teresinha não foi um sonho realizado, mas, antes de tudo, foi um dever cumprido. Um dever para a Santíssima Trindade, que nos deu e dá tudo. Na verdade, somos apenas usuários de Deus, somos frutos da misericórdia divina. Nada é nosso, nada temos, tudo é de Deus.

Em segundo lugar, é preciso dizer bem alto que foi a proteção de Nossa Senhora e de São José, a ajuda de santa Teresinha e de todos nossos santos protetores, que nos deram força e coragem para, durante muitos anos, construir o nosso Carmelo.

Em terceiro lugar, que teríamos feito nós sem o apoio dos nossos bispos, sem a ajuda do nossos fiéis, sem a colaboração da imprensa, sem o afeto dos devotos, sem a colaboração dos amigos, sem a oração das carmelitas? Não se teria feito nada!

A inauguração do Carmelo foi, pois, um canto de louvor à misericórdia divina; foi uma festa de ação de graças à bondade de Deus e um gesto de louvor à grandeza das coisas divinas. 

O Carmelo foi feito para ser, pois, um polo de espiritualidade, um centro da Igreja orante. Ele foi construído para atrair do céu as graças divinas, para irrigar as obras maravilhosas da nossa Igreja missionária e samaritana. Uma Igreja não é autêntica se não for voltada para os pobres, os marginalizados e se não for um grito constante, forte e alto do Evangelho de Jesus.

Obrigado, portanto, à Trindade santa, a Maria santíssima, a São José, a santa Teresinha, aos santos do Carmelo, aos bispos, ao povo de Deus, especialmente aos benfeitores, e, agora, cabeça levantada para os céus, pois vamos começar o segundo tempo da Obra.

 MONS. PEDRO TEIXEIRA CAVALCANTE
Doutor em Teologia

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