Centenário da Arquidiocese de Maceió

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Leigos da Catedral escrevem carta homenageando Pe. Celso Alípio

No texto, o grupo agradece os mais de 50 anos de serviços prestados pela monsenhor à frente da Catedral Metropolitana


Pe. Celso Alípio (Foto: TNH1)
 Como forma de homenagear os mais de 50 anos de serviços prestados na Catedral Metropolitana de Maceió por Padre Celso Alípio, os leigos que participam na Igreja escreveram uma homenageando o padre. Leia abaixo:
Maceió, 27 de julho de 2013.
Caro Padre Celso,
É chegado um novo momento em nossas vidas. Após vários anos caminhando juntos na fé, somos convidados a prosseguir o caminho vislumbrando novos horizontes, sabendo que o tempo que Deus nos deu para estarmos na condição de ovelhas e pastor foi precioso, necessário e, sobretudo, produziu bons frutos, os quais alimentaram nossa fé, esperança e caridade.
Cientes disso, todos os que fazemos a Equipe de Liturgia da Catedral queremos agradecê-lo pela dedicação paternal com que sempre nos acolheu na Catedral de Maceió. E é como ovelhas que, por sempre terem se sentido seguras pelos cuidados de seu pastor, lhe dedicamos estas singelas – mas profundas e sinceras – palavras.
Somos únicos, irrepetíveis – sonhados particularmente por Deus. Já lhe ouvimos dizer essa frase várias vezes. Mas o senhor já se perguntou o que isso significa nas nossas relações, de pastor e de ovelhas? Eis o que, para nós, isso quer dizer: foi Deus mesmo quem nos deu o senhor, Pe. Celso, como pastor. Ele lhe escolheu e... nos escolheu! Que mistério esse, não?
Pedimos-lhe fazer um pequeno esforço e tentar recordar-se das várias ovelhas que lhe foram chegando (e daquelas a quem o senhor foi ao encontro), cada uma com uma história singular, de alegria, de sonhos, de dor, de frustrações... A todas essas vidas, com o poder de que Jesus lhe revestiu, o senhor foi ouvindo, acolhendo, direcionando e, acima de tudo, amando. Não é pouco, Pe. Celso; sabemos disso.
A cada uma dessas ovelhas o senhor vem dando a atenção que lhe é devida, nem mais, nem menos: na medida, com sabedoria. Suas palavras a nós dirigidas têm sido sempre palavras que fazem ecoar o afago amável de Deus, que nos quer proteger e salvar. Quantas vezes o senhor, bom pastor, não testemunhou e nos ajudou a compreender as lágrimas que vertiam de nossos olhos, ciosos de plenitude? De um lado, a ovelha, do outro, o pastor – e Cristo no centro, conduzindo-nos aos braços do Pai.
E nessa caminhada, que une pastor e ovelhas numa só jornada, guiados pela Cruz de Cristo, mesmo as ovelhas que se afastaram do rebanho ainda levam consigo a voz suave de seu pastor. Tenha certeza dessa verdade! Afinal, Deus não nos fez cruzar nossas histórias por acaso. Em certo sentido, mesmo distantes, sempre seremos ovelhas e pastor...
Neste dia em que celebramos a Gratidão e Amizade, queremos todos – ovelhas próximas ou distantes – desejar ao senhor todas as bênçãos de Deus, pedindo, também, a Maria Santíssima que sempre lhe proteja e lhe guarde, como o fez com seu Filho na manjedoura. 
Receba, pois, nosso abraço sincero, caríssimo amigo!
Dos seus filhinhos
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Fonte: arquidiocesedemaceio.org.br

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