No texto, o grupo agradece os mais de 50 anos de serviços prestados pela monsenhor à frente da Catedral Metropolitana
Como forma de homenagear os mais de 50 anos de serviços prestados na Catedral Metropolitana de Maceió por Padre Celso Alípio, os leigos que participam na Igreja escreveram uma homenageando o padre. Leia abaixo:
Maceió, 27 de julho de 2013.
Caro Padre Celso,
É chegado um novo momento em nossas vidas. Após vários anos caminhando juntos na fé, somos convidados a prosseguir o caminho vislumbrando novos horizontes, sabendo que o tempo que Deus nos deu para estarmos na condição de ovelhas e pastor foi precioso, necessário e, sobretudo, produziu bons frutos, os quais alimentaram nossa fé, esperança e caridade.
Cientes disso, todos os que fazemos a Equipe de Liturgia da Catedral queremos agradecê-lo pela dedicação paternal com que sempre nos acolheu na Catedral de Maceió. E é como ovelhas que, por sempre terem se sentido seguras pelos cuidados de seu pastor, lhe dedicamos estas singelas – mas profundas e sinceras – palavras.
Somos únicos, irrepetíveis – sonhados particularmente por Deus. Já lhe ouvimos dizer essa frase várias vezes. Mas o senhor já se perguntou o que isso significa nas nossas relações, de pastor e de ovelhas? Eis o que, para nós, isso quer dizer: foi Deus mesmo quem nos deu o senhor, Pe. Celso, como pastor. Ele lhe escolheu e... nos escolheu! Que mistério esse, não?
Somos únicos, irrepetíveis – sonhados particularmente por Deus. Já lhe ouvimos dizer essa frase várias vezes. Mas o senhor já se perguntou o que isso significa nas nossas relações, de pastor e de ovelhas? Eis o que, para nós, isso quer dizer: foi Deus mesmo quem nos deu o senhor, Pe. Celso, como pastor. Ele lhe escolheu e... nos escolheu! Que mistério esse, não?
Pedimos-lhe fazer um pequeno esforço e tentar recordar-se das várias ovelhas que lhe foram chegando (e daquelas a quem o senhor foi ao encontro), cada uma com uma história singular, de alegria, de sonhos, de dor, de frustrações... A todas essas vidas, com o poder de que Jesus lhe revestiu, o senhor foi ouvindo, acolhendo, direcionando e, acima de tudo, amando. Não é pouco, Pe. Celso; sabemos disso.
A cada uma dessas ovelhas o senhor vem dando a atenção que lhe é devida, nem mais, nem menos: na medida, com sabedoria. Suas palavras a nós dirigidas têm sido sempre palavras que fazem ecoar o afago amável de Deus, que nos quer proteger e salvar. Quantas vezes o senhor, bom pastor, não testemunhou e nos ajudou a compreender as lágrimas que vertiam de nossos olhos, ciosos de plenitude? De um lado, a ovelha, do outro, o pastor – e Cristo no centro, conduzindo-nos aos braços do Pai.
E nessa caminhada, que une pastor e ovelhas numa só jornada, guiados pela Cruz de Cristo, mesmo as ovelhas que se afastaram do rebanho ainda levam consigo a voz suave de seu pastor. Tenha certeza dessa verdade! Afinal, Deus não nos fez cruzar nossas histórias por acaso. Em certo sentido, mesmo distantes, sempre seremos ovelhas e pastor...
Neste dia em que celebramos a Gratidão e Amizade, queremos todos – ovelhas próximas ou distantes – desejar ao senhor todas as bênçãos de Deus, pedindo, também, a Maria Santíssima que sempre lhe proteja e lhe guarde, como o fez com seu Filho na manjedoura.
Receba, pois, nosso abraço sincero, caríssimo amigo!
Receba, pois, nosso abraço sincero, caríssimo amigo!
Dos seus filhinhos
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Fonte: arquidiocesedemaceio.org.br
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