Deste modo, a Eucaristia é, ao mesmo tempo e
indissoluvelmente, sacramento e sacrifício
É
o sacramento central da Igreja: centro do culto e cume da vida cristã.
É o nico e divino sacrifício de Cristo.
Etimologicamente,
Eucaristia significa ação de
graças, agradecimento. No N.T., a palavra é usada para traduzir a palavra
hebraica berakah (bênção).
A
Berakah pronunciada pelos judeus sobre tudo é ato de fé, é louvor por todas as
maravilhas operadas por Deus. Portanto, Berakah se funda sobre uma anamnese dos benefícios maravilhosos
recebidos e se apoia sobre uma confiança absoluta no Senhor.
Lucas, com Mateus e Marcos, usa, na narração da instituição da Eucaristia, o termo verbal eucaristésas. Paulo igualmente para a ação de graças sobre o pão também usa o verbo eucaristéo.
O substantivo Eucaristia, desde o Século II, passou a designar todo o rito.
A Eucaristia é o sacramento central porque torna presente o próprio Cristo, mas é igualmente o memorial eficaz do seu nico sacrifício. Portanto, é o rito sacramental que atualiza a Páscoa. Este sacramento foi instituído por Cristo para permitir à Igreja receber, mediante a comunhão, o fruto do sacrifício do Senhor, unindo-se assim na oferta ao Pai.
Deste modo, a Eucaristia é, ao mesmo tempo e indissoluvelmente, sacramento e sacrifício.
Como
sacramento, a Eucaristia é sinal sensível do sacrifício de Cristo e de sua
ressurreição; como sacrifício, ela atualiza o evento pascal
em cada missa.
Como sacrifício ele continua mesmo após a missa na hóstia consagrada, que é efeito e sinal do sacrifício e da sua vitória; por outro lado, mesmo durante a missa, o sacrifício é sacramento enquanto é sinal do sacrifício da cruz.
Na Eucaristia, Cristo é o sacerdote invisível, que se serve do ministro visível como instrumento e vítima sacrifical.
Na celebração da Eucaristia, a Igreja:
- revive, na fé, o evento pascal, fundamento perene da Nova e Eterna Aliança, - agradece ao Pai por tudo que faz pelos homens mediante seu Filho, - proclama que a obra salvífica chegou ao seu cumprimento pelo Cordeiro de Deus.
A Eucaristia é memorial no qual se atualiza a Páscoa em função da Igreja, para que ele se torne cada vez mais mistério da graça. Assim, pela Eucaristia a salvação, que vem da Cabeça, passa a cada membro do Corpo Místico de Cristo, a Igreja.
Lucas, com Mateus e Marcos, usa, na narração da instituição da Eucaristia, o termo verbal eucaristésas. Paulo igualmente para a ação de graças sobre o pão também usa o verbo eucaristéo.
O substantivo Eucaristia, desde o Século II, passou a designar todo o rito.
A Eucaristia é o sacramento central porque torna presente o próprio Cristo, mas é igualmente o memorial eficaz do seu nico sacrifício. Portanto, é o rito sacramental que atualiza a Páscoa. Este sacramento foi instituído por Cristo para permitir à Igreja receber, mediante a comunhão, o fruto do sacrifício do Senhor, unindo-se assim na oferta ao Pai.
Deste modo, a Eucaristia é, ao mesmo tempo e indissoluvelmente, sacramento e sacrifício.
Como sacrifício ele continua mesmo após a missa na hóstia consagrada, que é efeito e sinal do sacrifício e da sua vitória; por outro lado, mesmo durante a missa, o sacrifício é sacramento enquanto é sinal do sacrifício da cruz.
Na Eucaristia, Cristo é o sacerdote invisível, que se serve do ministro visível como instrumento e vítima sacrifical.
Na celebração da Eucaristia, a Igreja:
- revive, na fé, o evento pascal, fundamento perene da Nova e Eterna Aliança, - agradece ao Pai por tudo que faz pelos homens mediante seu Filho, - proclama que a obra salvífica chegou ao seu cumprimento pelo Cordeiro de Deus.
A Eucaristia é memorial no qual se atualiza a Páscoa em função da Igreja, para que ele se torne cada vez mais mistério da graça. Assim, pela Eucaristia a salvação, que vem da Cabeça, passa a cada membro do Corpo Místico de Cristo, a Igreja.


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