Jesus não apenas rezou, mas foi o grande Orante.
Que
é rezar? São João Batista de la Salle diz: “A Oração é uma aplicação de nosso
espírito e uma elevação de nosso coração a Deus, para prestar-lhe nossos
deveres e para pedir-lhe todas as coisas, de que temos necessidade
para alcançar nossa salvação”.
Santo Cura d’Ars define: “A oração é simplesmente a união com Deus... Nessa íntima união, Deus e a alma são como que duas ceras fundidas juntas; ninguém as pode separar.”
Santa Teresa de Jesus escreve: “A oração não é senão um fato de amor, e é insensato pensar que só se faz oração quando se dispõe de tempo e de solidão”.
Santa
Teresinha conceitua: “A oração é um elã do coração, é um simples olhar lançado em direção ao céu, é um grito de
reconhecimento e de amor no meio da provação como também em meio à alegria; é,
enfim, algo de grande, de sobrenatural, que me dilata a alma e me une a
Jesus.”(MC,25r-25v)
Que
a oração seja importante, ninguém duvida, basta citar aqui a frase conhecida de
São Vicente de Paulo: “Dai-me um homem de oração e ele será capaz de tudo.”
São João Batista de la Salle, baseado em São João Crisóstomo, aponta as seguintes vantagens da oração: a honra de conversar familiarmente com Deus; ajuda na vitória sobre as tentações, na purificação dos pecados e na prática das virtudes; a nossa transformação em templos de Deus; afugenta os perigos temporais deste mundo; concede uma força especial para sofrer com paciência e a renunciar aos prazeres mundanos.
Há muitos métodos de oração, como o de Santo Inácio de Loiola, o de Santa Teresa de Jesus, a doutora da oração, o de São João Batista de la Salle, que escreveu um tratado sobre a oração, baseado em São João Crisóstomo. Todos os métodos são bons, e cada um de nós pode usar aquele que mais lhe agradar. Todavia, o importante não é saber o que é oração nem conhecer seus métodos, mas rezar e aprende-se a rezar, rezando.
Santa Teresinha, que foi uma orante, simplesmente orou e ela mesma diz que, muitas vezes, preferia apenas rezar uma Ave-Maria ou um Pai-Nosso, em lugar de dizer belas preces encontradas nos livros.
São João Batista de la Salle diz o seguinte: “As principais condições que deve ter a oração são as oito seguintes: a pureza do coração, a atenção, a devoção, o fervor, a humildade, a resignação, a confiança e a perseverança.”
Santo Cura d’Ars define: “A oração é simplesmente a união com Deus... Nessa íntima união, Deus e a alma são como que duas ceras fundidas juntas; ninguém as pode separar.”
Santa Teresa de Jesus escreve: “A oração não é senão um fato de amor, e é insensato pensar que só se faz oração quando se dispõe de tempo e de solidão”.
São João Batista de la Salle, baseado em São João Crisóstomo, aponta as seguintes vantagens da oração: a honra de conversar familiarmente com Deus; ajuda na vitória sobre as tentações, na purificação dos pecados e na prática das virtudes; a nossa transformação em templos de Deus; afugenta os perigos temporais deste mundo; concede uma força especial para sofrer com paciência e a renunciar aos prazeres mundanos.
Há muitos métodos de oração, como o de Santo Inácio de Loiola, o de Santa Teresa de Jesus, a doutora da oração, o de São João Batista de la Salle, que escreveu um tratado sobre a oração, baseado em São João Crisóstomo. Todos os métodos são bons, e cada um de nós pode usar aquele que mais lhe agradar. Todavia, o importante não é saber o que é oração nem conhecer seus métodos, mas rezar e aprende-se a rezar, rezando.
Santa Teresinha, que foi uma orante, simplesmente orou e ela mesma diz que, muitas vezes, preferia apenas rezar uma Ave-Maria ou um Pai-Nosso, em lugar de dizer belas preces encontradas nos livros.
São João Batista de la Salle diz o seguinte: “As principais condições que deve ter a oração são as oito seguintes: a pureza do coração, a atenção, a devoção, o fervor, a humildade, a resignação, a confiança e a perseverança.”


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