Mas,
Jesus não apenas teve um relacionamento profundo com o Pai do céu, mas ensinou-nos
a viver esse relacionamento, pois somos também seus filhos por ele, Jesus. É
importante observar que, Jesus, muitas vezes, falando do seu relacionamento com
Pai, aponta-nos como devemos ser e que devemos agir da mesma maneira. Em outras
palavras, Jesus quer que tenhamos, como ele, um relacionamento com seu Pai,
considerando-o nosso Pai. Jesus nos revelou o seu Pai e no-lo revelou como
devemos tratá-lo: “...uma nova e total revelação de Deus Pai. Uma coisa é de
fato dirigir todas as coisas a um domínio paterno de pertença com relação ao
mundo e ao povo, e outra coisa é gerar um Filho em ordem de semelhança, no qual
todos os homens se tornam filhos, isto é, participantes da mesma vida de
intimidade e de amor. Jesus, o filho de Deus, será o grande revelador do Pai,
porque somente ele o conhece e forma com ele uma unidade, mesmo na
distinção de pessoa. (Jo 10,30)” Examinemos alguns exemplos.
Jesus apela para nossa fé pelas obras do Pai que ele realiza, criando um triângulo de ligação pela fé entre nós, ele e o Pai: “Se não faço as obras de meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, mesmo que não acrediteis em mim, crede nas obras, a fim de conhecerdes e conhecerdes sempre mais que o Pai está em mim e eu no Pai.” (Jo 10,38)
A
conclusão é que um triângulo de fé e de amor se forma, quando alguém recebe o
Filho, pois aceitá-lo é aceitar o Pai. Cristo é, pois, o intermediário entre
nós e o Pai: “Quem crê em mim não é em mim que crê, mas em quem me enviou, e
quem me vê aquele que me enviou.” (Jo 12,44-45) Se aceitamos, pois, o Pai,
temos de aceitar também o Filho: “Credes em Deus, crede também em mim.” (Jo
131) Se aceitamos o Filho, aceitamos na mesma hora o Pai, porque ele é o único caminho ao Pai e a sua verdadeira
revelação: “Ninguém vem ao Pai a não ser por mim. Se me conheceis, também
conhecereis a meu Pai. Desde agora o conheceis e o vistes... Quem me viu, viu o
Pai.” (Jo 14,6.9)
Mas, para o Pai, Jesus não é somente nosso intermediário na fé, mas também mediador na intercessão, na ajuda. Mais uma vez, por ele vamos ao Pai: “Em verdade, em verdade, vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, ele vo-la dará.” (Jo.16,23) Na verdade, Jesus é o único mediador entre nós e o Pai: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem: Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos.” (1 Ti 2,5)
Jesus apela para nossa fé pelas obras do Pai que ele realiza, criando um triângulo de ligação pela fé entre nós, ele e o Pai: “Se não faço as obras de meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, mesmo que não acrediteis em mim, crede nas obras, a fim de conhecerdes e conhecerdes sempre mais que o Pai está em mim e eu no Pai.” (Jo 10,38)
Mas, para o Pai, Jesus não é somente nosso intermediário na fé, mas também mediador na intercessão, na ajuda. Mais uma vez, por ele vamos ao Pai: “Em verdade, em verdade, vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, ele vo-la dará.” (Jo.16,23) Na verdade, Jesus é o único mediador entre nós e o Pai: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem: Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos.” (1 Ti 2,5)


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