Aqui na
terra, já glorificamos o Pai,
quando aceitamos Jesus. Participaremos, assim, da glória que Jesus deu ao Pai:
“Meu Pai é glorificado, quando produzis muito fruto e vos tornais meus
discípulos.” (Jo 15,8) Jesus se apresenta a nós também como o exemplo de amor filial ao Pai: “Se observais os meus
mandamentos, permanecereis no meu amor, como eu guardei os preceitos do Pai e
permaneço em seu amor.” (Jo 1510) Jesus ensinara que amá-lo significa guardar
sua palavra e, aqui, ensina-nos que amar o Pai é proceder como ele, isto é,
guardar sua palavra, observar seus mandamentos, fazer sua vontade.
Fazer
a vontade do Pai, eis o sinal fundamental do amor: “Jesus insiste que devemos
fazer a vontade do nosso Pai: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’
entrará nos Reino dos céus.” (Mt 7,21) Jesus toca aqui no ponto central: fazer
a vontade do Pai, porque ela sabe tudo e só quer o melhor para seus filhos.
Fazer a vontade do Pai é, pois, entrar nos desígnios insondáveis e infinitos de
Deus e andar no mais reto de todos os caminhos, ou seja, viver e agir segundo
os planos divinos a nosso respeito.
Fé
e obediência, eis as duas atitudes filiais que Jesus nos ensina com relação ao
Pai. Aceitação e amor, eis as bases do nosso relacionamento com o Pai, como
Jesus nos ensina: “Nesse dia pedireis em meu nome e não vos digo que rogarei ao
Pai por vós, pois o próprio Pai vos ama, porque me amastes e crestes que vim de
Deus.” (Jo 16,26-27)
Na linha do amor ao Pai, Jesus deseja para os que o recebem uma unidade semelhante àquela entre ele e o Pai: “Pai santo, guarda-os em teu nome - este nome que me deste - para que sejam um como nós.” (Jo 17,11) Assim, entende-se por que ele nos ensinou que devemos amar os inimigos como o Pai celeste os ama: “Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; deste modo vos tornareis filhos do vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5,45)
Jesus se disse a luz dos homens, pois ele é a expressão perfeita do Pai. Luz quer dizer claridade, limpeza, sinceridade, verdade. Por ser a expressão perfeita do Pai, ele é, pois, a verdade. Verdade em si e verdade que ilumina todo homem, que vem a este mundo.
Fé, amor, obediência, verdade, eis alguns exemplos do comportamento filial de Jesus, que ele ensina a todos os seus discípulos na linha da atenção ao Pai. E, aqui, está a base de toda relação entre Jesus e o Pai: Jesus está todo para o Pai, porque veio do Pai. Ser filho é depender de certo modo do Pai e Jesus nos ensina que essa dependência oriunda da geração não é diminuição, vergonha ou menos ser.
Na linha do amor ao Pai, Jesus deseja para os que o recebem uma unidade semelhante àquela entre ele e o Pai: “Pai santo, guarda-os em teu nome - este nome que me deste - para que sejam um como nós.” (Jo 17,11) Assim, entende-se por que ele nos ensinou que devemos amar os inimigos como o Pai celeste os ama: “Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; deste modo vos tornareis filhos do vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5,45)
Jesus se disse a luz dos homens, pois ele é a expressão perfeita do Pai. Luz quer dizer claridade, limpeza, sinceridade, verdade. Por ser a expressão perfeita do Pai, ele é, pois, a verdade. Verdade em si e verdade que ilumina todo homem, que vem a este mundo.
Fé, amor, obediência, verdade, eis alguns exemplos do comportamento filial de Jesus, que ele ensina a todos os seus discípulos na linha da atenção ao Pai. E, aqui, está a base de toda relação entre Jesus e o Pai: Jesus está todo para o Pai, porque veio do Pai. Ser filho é depender de certo modo do Pai e Jesus nos ensina que essa dependência oriunda da geração não é diminuição, vergonha ou menos ser.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.