No dia 1º de dezembro passado, a liturgia da nossa Igreja
Católica iniciou seu novo ano litúrgico, o ano C. E começou com o o período
chamado de Advento, que nos levará, após quatro semanas, ao santo Natal.
Durante o Advento, não se canta o Glória na santa Missa, os templos se revestem de certa parcimônia nos seus adornos, a cor dos paramentos nas celebrações religiosas é o roxo, mas nada disso significa que estamos num tempo de tristeza e de agonia, mesmo diante dos textos apocalípticos, que aparecem na liturgia desse período litúrgico. Pelo contrário, o Advento é tempo de alegria, de esperança e de uma expectativa amorosa; é tempo de paz.
O
Advento é um tempo de um despertar religioso, para se tomar consciência de que
somos passageiros neste mundo durante a nossa curta existência; de
que somos peregrinos da eternidade; de que caminhamos para a pátria verdadeira
e definitiva.
Para tanto, Paulo nos aconselha a despirmo-nos do peso dos vícios e da devassidão e fazermos de tudo para agradar a Deus.
E esse agradar a Deus significa seguir seus mandamentos, fazer alegremente sua vontade e tratarmos nosso próximo com caridade, ou seja, com gentileza, mansidão, misericórdia, em suma, com amor.
Portanto, Advento, enquanto caminho para o Natal, exige de nós uma dupla disposição.
A primeira é a purificação dos nossos desvios no caminho da fé autêntica e verdadeira.
O segundo é o seguimento mais profundo, mais fiel e mais sincero dessa mesma fé. E tudo isso se reveste de mais verdade e, ao mesmo tempo, de mais esforço, porque estamos no ano fé.
Fazer
da Advento um período de preparação para o réveillon e de preparação para uma
celebração de um Natal pagão, isto é, só com bebidos,confraternizações e jantares, é atitude de quem não tem
fé, de quem não é verdadeiro católico.
O
autêntico católico, durante o Advento, mergulha no espírito da divina liturgia
e, como Maria, na alegria e na oração, espera ansioso o encontro com Deus, quer
no Natal que se aproxima, quer na eternidade feliz após sua morte.
Viver o Advento é o antegosto, na alegria e na paz, do encontro feliz com Deus, que se inicia agora, mas vai continuar para sempre por toda a eternidade na casa do Pai.
Durante o Advento, não se canta o Glória na santa Missa, os templos se revestem de certa parcimônia nos seus adornos, a cor dos paramentos nas celebrações religiosas é o roxo, mas nada disso significa que estamos num tempo de tristeza e de agonia, mesmo diante dos textos apocalípticos, que aparecem na liturgia desse período litúrgico. Pelo contrário, o Advento é tempo de alegria, de esperança e de uma expectativa amorosa; é tempo de paz.
Para tanto, Paulo nos aconselha a despirmo-nos do peso dos vícios e da devassidão e fazermos de tudo para agradar a Deus.
E esse agradar a Deus significa seguir seus mandamentos, fazer alegremente sua vontade e tratarmos nosso próximo com caridade, ou seja, com gentileza, mansidão, misericórdia, em suma, com amor.
Portanto, Advento, enquanto caminho para o Natal, exige de nós uma dupla disposição.
A primeira é a purificação dos nossos desvios no caminho da fé autêntica e verdadeira.
O segundo é o seguimento mais profundo, mais fiel e mais sincero dessa mesma fé. E tudo isso se reveste de mais verdade e, ao mesmo tempo, de mais esforço, porque estamos no ano fé.
Viver o Advento é o antegosto, na alegria e na paz, do encontro feliz com Deus, que se inicia agora, mas vai continuar para sempre por toda a eternidade na casa do Pai.
Doutor em Teologia


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