“O Senhor, Rei de Israel, está no meio de ti, já não deverás
temer nenhum mal.”
(Sf 3,14-15).
Desde
o domingo passado, o terceiro do Advento, que a liturgia da igreja católica nos
convida à alegria. O profeta Sofonias, anunciando aos judeus o restabelecimento de
Jerusalém, conclama o povo, dizendo: “ Exulta, filha de Sião, rejubila-te, Israel; exulta e
alegra-te de todo o coração, filha de Jerusalém. O Senhor afastou teus
adversários, expulsou teus inimigos. O Senhor, Rei de Israel, está no meio de
ti, já não deverás temer nenhum mal.” (Sf 3,14-15).
E
São Paulo, escrevendo aos Filipenses, que estavam vivendo certa angústia
existencial por causa da crença de uma vinda próxima do Senhor, convida-os a
evitar medos e temores e a viver na paz e na alegria: “Alegrai-vos sempre no
Senhor! Repito: alegrai-vos! Que a vossa moderação se torne conhecida de todos os homens. O Senhor está
próximo!” (Fl 4,4-5)
E
às vésperas da comemoração do Natal do Senhor, a liturgia católica repete
essas mesmas palavras e faz esse mesmo convite, para nós, que somos a nova
Jerusalém de Deus, para nós que estamos esperando a chegada do Salvador, do
libertador Jesus.
Mas, Jesus não já veio? Sim, é verdade, já aconteceu a primeira vinda de Jesus, mas o Natal é a celebração dessa chegada, dessa vinda salvadora e é, ao mesmo tempo, um convite para pensar e já viver a segunda vinda do Senhor.
Por outro lado, o Natal, para o católico, é o revivescimento da primeira vinda do Senhor, portanto é como que um grito para vivermos a presença de Jesus em nós em todas suas consequências. Presença que significa renúncia ao pecado; presença que, lembrando a libertação do mal que Jesus nos trouxe, exige uma vivência profunda e séria com Ele, em todos os momentos da nossa vida.
Natal, pois, é tempo de alegria, tempo de júbilo, porque revivemos nossa libertação do pecado e nossa divinização com o nascimento do Senhor Jesus.
(Sf 3,14-15).
Mas, Jesus não já veio? Sim, é verdade, já aconteceu a primeira vinda de Jesus, mas o Natal é a celebração dessa chegada, dessa vinda salvadora e é, ao mesmo tempo, um convite para pensar e já viver a segunda vinda do Senhor.
Por outro lado, o Natal, para o católico, é o revivescimento da primeira vinda do Senhor, portanto é como que um grito para vivermos a presença de Jesus em nós em todas suas consequências. Presença que significa renúncia ao pecado; presença que, lembrando a libertação do mal que Jesus nos trouxe, exige uma vivência profunda e séria com Ele, em todos os momentos da nossa vida.
Natal, pois, é tempo de alegria, tempo de júbilo, porque revivemos nossa libertação do pecado e nossa divinização com o nascimento do Senhor Jesus.
Doutor em Teologia


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