A
liberdade é o grande meio que Deus encontrou para fazer do homem e da mulher seres
humanos. Sem a liberdade, o homem e a mulher não teriam livre arbítrio e,
consequentemente, não seriam responsáveis por uma resposta, livre e consciente,
ao plano de Deus a seu respeito.
Portanto, a liberdade é a marca do ser humano. É uma grande riqueza, que Deus lhe deu. Mas, ao mesmo tempo, ela é um perigo. Como dizia o Pe. Dessa, professor de metafísica, na Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, a nossa liberdade é nossa riqueza e nossa miséria.
Nossa
liberdade é nossa riqueza e, como tal, não apenas deve ser usada, mas
alimentada, desenvolvida, aprimorada. Para tanto, precisamos nos conhecer e conhecer as maneiras certas de como
usar da nossa liberdade. Eis por que o estudo das verdades, sobretudo, daquelas
que dizem relação à fé, é sumamente necessário. Mas não basta apenas conhecer
os fundamentos da fé, aprofundar-se em princípios éticos e morais, é preciso
sobretudo viver e agir segundo os ensinamentos do Mestre.
Nossa liberdade é também nossa miséria, porque ela nos permite fazer o que bem entendemos e isto mesmo quando sabemos que estamos errados. Ela nos favorece seguir por desvios perigosos, deixando-nos guiar pelos nossos baixos apetites, pelas nossas paixões, pelas nossas más tendências.
No
caso da fé, uma vez que ela é a resposta do homem “ao Deus que se revela e se doa”,
a liberdade está no ponto decisivo dessa resposta. Por um lado, nós não somos
livres para crer ou não crer. Devemos crer. Todavia, mesmo devendo, podemos não
crer e, aqui, encontra-se a encruzilhada da liberdade humana.
A
fé é um dom de Deus. A fé é uma graça, mas o ser humano pode aceitá-la ou não
aceitá-la; pode aceitá-la e perdê-la; pode aceitá-la e não desenvolvê-la. Eis
por que fé e liberdade estão tão relacionadas e eis por que também precisamos
orientar e fundamentar nossa liberdade, para que ela caminhe e aja à luz das
verdades da fé.
Portanto, a liberdade é a marca do ser humano. É uma grande riqueza, que Deus lhe deu. Mas, ao mesmo tempo, ela é um perigo. Como dizia o Pe. Dessa, professor de metafísica, na Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, a nossa liberdade é nossa riqueza e nossa miséria.
Nossa liberdade é também nossa miséria, porque ela nos permite fazer o que bem entendemos e isto mesmo quando sabemos que estamos errados. Ela nos favorece seguir por desvios perigosos, deixando-nos guiar pelos nossos baixos apetites, pelas nossas paixões, pelas nossas más tendências.
Doutor em Teologia


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