Nos inícios de novembro, a liturgia da Igreja Católica
celebra duas solenidades, que me parecem mui carinhosas e maternais. São a
comemoração de todos os fiéis defuntos e a festa de todos os Santos.
Durante
o ano, nós, por um motivo ou por outro, mandamos celebrar missas por uma pessoa
falecida, porque é parente, amigo, conhecido ou por outro qualquer motivo.
Muita gente, porém, é esquecida. A mãe
Igreja, todavia, não se esquece de ninguém e, por isso, quando o ano litúrgico
está terminando, ela celebra,
numa visão eclesial e eclesiástica, um dia de orações por todos os que
morreram. Evidentemente, as orações são pelos fiéis defuntos.
Por outro lado, cada país tem o seu calendário hagiográfico anual. Assim, muitos santos que são celebrados na Alemanha, por exemplo, não são nem conhecidos no Brasil. É verdade que muitos santos estão no calendário universal da Igreja, como os santos Apóstolos e outros, mas, mesmo assim, muitos não são lembrados em toda parte. Por isso, a Mãe Igreja escolheu um dia, também no final do ano litúrgico, para que todos os santos fossem celebrados, comemorados em todos as partes do orbe católico.
Mas, essas duas celebrações não são apenas para comemorações e recordações, mas elas, colocadas como estão quase no fim do ano litúrgico, trazem muitas lições e mensagens.
Assim,
por exemplo, a lembrança de todos os fiéis defuntos, recorda-nos que somos passageiros neste vale de lágrimas e que nossa
existência neste mundo é curta e deve ser aproveitada em cada um dos seus
minutos, pois daremos contas a Deus, após nossa morte, de tudo, de bom e de
mal, que tivermos feito nesta vida.
Por outro lado, como para complementar o pensamento da morte e da pequenez de nossa existência, a festa de todos os santos nos lembra que nossa caminhada aqui é rumo à glória, à felicidade eterna na casa do Pai; que todos nós somos chamados para uma eternidade feliz no lugar que Deus já nos preparou desde toda a eternidade; que, no céu os santos, especialmente e Virgem Mãe Maria, estão intercedendo por nós e ajudando-nos a chegar até lá; enfim, que nós, malgrado todos os obstáculos, podemos, como eles, vencer as lutas deste vale de lágrimas e alcançar a palma da vitória final e eterna.
Por outro lado, cada país tem o seu calendário hagiográfico anual. Assim, muitos santos que são celebrados na Alemanha, por exemplo, não são nem conhecidos no Brasil. É verdade que muitos santos estão no calendário universal da Igreja, como os santos Apóstolos e outros, mas, mesmo assim, muitos não são lembrados em toda parte. Por isso, a Mãe Igreja escolheu um dia, também no final do ano litúrgico, para que todos os santos fossem celebrados, comemorados em todos as partes do orbe católico.
Mas, essas duas celebrações não são apenas para comemorações e recordações, mas elas, colocadas como estão quase no fim do ano litúrgico, trazem muitas lições e mensagens.
Por outro lado, como para complementar o pensamento da morte e da pequenez de nossa existência, a festa de todos os santos nos lembra que nossa caminhada aqui é rumo à glória, à felicidade eterna na casa do Pai; que todos nós somos chamados para uma eternidade feliz no lugar que Deus já nos preparou desde toda a eternidade; que, no céu os santos, especialmente e Virgem Mãe Maria, estão intercedendo por nós e ajudando-nos a chegar até lá; enfim, que nós, malgrado todos os obstáculos, podemos, como eles, vencer as lutas deste vale de lágrimas e alcançar a palma da vitória final e eterna.
Doutor em Teologia


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